sábado, dezembro 20, 2003

:: a lanterna e detran ::

Enfim, fui lá no "A Lanterna Bar e Restaurante Dancing" ontem. Pra começar o relato, devo dizer que nosso ponto de partida era a Vila Matilde, no extremo leste de São Paulo. O bar fica na Vila Madalena, extremo oeste de São Paulo.

Enfim, chegamos meio que rápido em Pinheiros, o problema é que tinha muita gente no carro e tava fazendo um BELO calor lá dentro. Após muito rodar na Consolação, Paulista e arredores, conseguimos cair na Rebouças e, daí, foi um tiro até a Cardeal Arcoverde. Após rodar um pouco e perguntar pruns gordinhos bigodudos que tinha na rua, chegamos ao lugar. Entramos, um cara me perguntou se eu não era "de menor"... é foda ter cara de criança. Enfim, chegamos, demos uma olhada por lá e sentamos num sofazinho ali. Tinha uma mulher chamada "Cris" tocando violão no ambiente que a gente tava. Até que tava gostoso ali... mas a fome me apertou. Pedi uma BELA duma tábua de frios e comi quase que tudo. O pior: comi muito rápido, me deu uma dor de estômago danada. Solução: Coca Cola. Foi tiro e queda. Aquilo é forte, mesmo! Enfim, voltando ao assunto da Cris: ela fazia a mesma batida em todas as músicas e isso dava a possibilidade de começar outra música sem terminar a anterior. Era só ter uma nota em comum que a música mudava. Foi interessante.

Depois dela, entrou uma banda que tocava hardcore-modinha e usava bateria eletrônica. Não aquelas que o cara fica batendo em pads com a baqueta, mas aquelas que vêm pré-programadas de fábrica com algumas músicas e os outros apenas acompanham. Sem graça.
O vocalista era uma mistura de Chorão, Badauí e Dinho Ouro-Preto. O guitarrista e o baixista achando que estavam arrasando, mas banda sem baterista não é banda. É apenas um grupo de amigos que querem falar que têm banda.

Tá, finito o "show" da pseudo-banda, eu e a Ju fomos pro ambiente "balada". Antes de adentrar no referido local, pensei "deve estar tocando black music". E não é que meu pensamento se realizou? tocou black music no tempo que estávamos lá dentro. Ficamos um pouco lá e saímos de novo. Sentamos em um outro sofá e ficamos "descansando" (dormindo) um pouco. Depois disso fomos embora, né? Não havia mais o que fazer lá.

Ah, até que não foi uma experiência tão traumática pra mim. Foi ótimo passar todo aquele tempo com ela. Deu pra aproveitar bem o tempo.

E, ontem mesmo, eu lembrei que eu tinha que ter ligado pra auto-escola quinta feira pra saber o resultado do teste teórico. Pois é, segunda feira eu ligo pra ouvir o que eu já sei.

Amanhã a Ju vai viajar e eu me junto à ela dia 25. Vai ser muito chato ficar esses quatro dias sem vê-la... mas é por um bom motivo: só voltaremos na segunda (ou terceira) semana de Janeiro. Uhu!

Nenhum comentário: