segunda-feira, fevereiro 16, 2004

Iaiá se eu peco é na vontade
de Ter um amor de verdade
pois é que assim em ti eu me atirei
e fui te encontrar
pra ver que eu me enganei


Depois de ter vivido o óbvio utópico te beijar
E de ter brincado sobre a sinceridade e dizer
Quase tudo quanto fosse natural.
Eu fui praí te ver, te dizer.
Deixa ser como será quando a gente se encontrar.
No pé o céu de um parque a nos testemunhar.
Deixa ser como será eu vou sem me preocupar.
E crer pra ver o quanto eu posso adivinhar

De perto eu não quis ver que toda anunciação era vã
fui saber tão longe mesmo você viu antes de mim.
Que eu te olhando via uma outra mulher.
E agora o que sobrou? Um filme no close pro fim.
Num retrato falado eu
Fichado exposto em diagnóstico.
Especialistas analisam e sentenciam....... (oh não)

Deixa ser como será, tudo posto em seu lugar.
Então tentar prever serviu pra eu me enganar.
Deixa ser como será, eu já posto em meu lugar.
Num continente ao revés, em preto e branco em hotéis,
Numa moldura clara e simples sou aquilo que se vê.

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