quinta-feira, abril 29, 2004


"...O ser humano é dotado de vontade. E pode usá-la para escolher entre o bem e o mal. Se só pode fazer o bem, ou só pode fazer o mal, é uma laranja mecânica: significa que tem aparência de um organismo adorável, com cor e suco, mas que na realidade é um brinquedo mecânico para ser manipulado por Deus ou pelo Diabo ou (que o está substituindo cada vez mais) o Todo-poderoso Estado. É tão inumano ser totalmente bom quanto totalmente mau. O importante é a escolha moral. O mau tem que existir junto com o bem, de modo que a escolha moral possa existir."

terça-feira, abril 27, 2004

Tinha me esquecido da existência dessa banda. Aí, entrei no site da academia central de aikido da Bahia e vi o flyer deles lá. Fui ver do que se tratava e reencontrei esses caras! O praticante de aikido da banda é o vocalista, Bruno Marques.

Lembram deles? Eles tocavam bastante em rádios daqui lá pra 2000. A música que estorou deles aqui em SP foi Transeira ("não se esqueça de me procurar, resolver um caso seeeeeu..."). É bem legal e eu vou procurar mais coisas dessa banda. Coisas mais recentes.

Eu fui num show deles em 2000, eu acho... Foi num clube (acho que Hebraica, não lembro), promovido pela Brasil 2000 e foi no dia mundial do rock (13 de julho). Tocou até Rumbora e CPM 22 nesse show, além de Super Fly e mais umas 4 bandas. Pô, foi legal. Tinha que tem mais desses showzões.

sábado, abril 24, 2004

É mesmo, né? Essa música do Chico Buarque fala sobre o orgasmo.

Pô, genial!
acho que vou dar uma lida nos meus arquivos e ver como eu conseguia postar todos os dias a todos os momentos... eu simplesmente não tenho assunto pra por aqui!

Me ajudem, vai!
Pô, hoje eu fiz uma coisa que eu nunca pensei que faria: fui numa feijoada com pagode. E gostei!

Foi lá na Deputado Lacerda Franco, travessa da Inácio Pereira da Rocha. Foi legal, tinha cerveja Itaipava.

Comi bem!

skol beats é o c******

Esse foi o último grande festival da Skol de respeito.

The Vandals, Bad Religion e The Offspring foi uma combinação incrível, que nunca mais será igualada, devido à morte precoce do Skol Rock.

É uma pena.

sexta-feira, abril 23, 2004

quarta-feira, abril 21, 2004

E não é que o meu fotolog tá no ar de novo?

Confiram!

terça-feira, abril 20, 2004

..:: CDs ::..

Essa semana comprei três CDs.

O primeiro deles: "Gol de quem?" - Pato Fu.
Em uma palavra: estranho. Mas muito legal. Gostei. Destaque para a música "vida imbecil", muito divertida.

O segundo: (esse o Tho vai gostar de saber): "Live aus Berlin" - Rammstein.
Em uma palavra: pesado. Não ando com cabeça pra escutar som assim, mas tenho certeza de que um dia que eu tiver mais roqueiro eu vou gostar de ouvir.

E o último: "Elephant" - White Stripes
Em uma palavra: novidade! Pra mim é novidade. Eu tô entrando em contato com o som deles só agora e por enquanto eu tô gostando.

CDs que eu PRECISO comprar (seja pra conhecer a banda, seja porque eu gosto mesmo e só não tenho por sei lá o que)
- Is this it? - Strokes
- Um bão do Weezer (ainda preciso pesquisar)
- Mais um do Pato Fu (me falaram que o Ruído Rosa é o melhor)
- algum CD que tenha as clássicas do videokê brasileiro, como:
Convite de Casamento (Gian e Giovani) (lembra, Bá? rs)
A volta do Boêmio (não sei de quem é)
Chitãozinho e Xororó; Leandro e Leonardo e outras duplas;
e outras mais que sempre cantam em videokê. Só não quero Eduardo e Mônica, porque essa já deu.

Quando se está dirigindo e indo pra faculdade de manhã e se pega AQUELE trânsito, a melhor coisa a fazer é escutar música variada. Não necessariamente boa, mas variar faz bem pra manter a sanidade mental. Sertanejo é bão de vez em quando pra matar a vontade de cantar coisas ridículas sem parecer assim. Sei lá, eu gosto de Convite de Casamento. Tem uma melodia legal, até um balancinho e talz.

Se bobear compro até o da Kelly Key. Que é? Até o Marcelo Camelo, dos Los Hermanos, gosta do "balanço", porque eu não poderia gostar?

segunda-feira, abril 19, 2004

Mário tinha uma galinha chamada Mirela.

Como ele gostava da Mirela... dava comida pra ela na mão todos os dias.

Mas Mirela um dia virou galeto, e Mário passou a gostar ainda mais de Mirela. Mas agora gosta não só dela, mas de toda sua família e espécie.

Cara esperto, esse Mário.
Nada pra fazer. Não fui pra faculdade hoje e não irei amanhã, também. Quarta é feriado. Só tem aikido às 19:30 e eu não sei o que fazer pra que o tempo passe.

Preciso conseguir um estágio... mas tá foda. Acho que vou ter que apelar pras indicações, porque com meus próprios méritos tá difícil. E agora essa nova lei de estágios que está em trâmite vai foder tudo mais ainda... Claro que vai ser melhor trabalhar menos por dia e ter um mínimo a receber, além de férias e talz... mas isso vai reduzir consideravelmente o número de vagas... e é capaz que nos façam trabalhar no fim de semana pra compensar.

Enfim, a procura continua. Por enquanto sem pistolão. No quarto semestre, se não rolar MESMO, eu apelo pro QI.

sábado, abril 17, 2004

Hoje vou ao "Circo Espacial". Faz tempo que não vou a algum circo.

sexta-feira, abril 16, 2004

..:: nem tudo que reluz é ouro... ::..

João era um cara normal. Gente boa, boa pinta. Tinha jeito com mulheres. Um dia conheceu uma guria que lhe floriu o caminho. Decidiu que com ela iria se casar. João vivia feliz com a perspectiva da vida a dois...

Até que descobriu que a mulher que ele amava era um homem...

Ah, João, que decepção.

quinta-feira, abril 15, 2004

finalmente: um show!

Show com: ATONA; RANCORE; LIVE REEF; NONSENCE; SAN CUERVO; FORA DE FOCO e ÉTERNAMENTE.

AMANHÃ, 16.04.2004

TRIBE HOUSE - R. HENRIQUE SCHAUMAMN, 517
À PARTIR DAS 19:30H

PREÇO: r$ 7,00 NA PORTA
r$ 5,00 ANTECIPADO

..:: o gato e o gordo miguel ::..

Miguel andava tranqüilamente pela rua, quando um gato passou a segui-lo. O rapaz não se importou a um primeiro momento, visto que o gato parecia inofensivo e cheio de boas intenções. Mas a coisa mudou de figura quando o gato começou a crescer e ficar cada vez mais feio. Miguel, o gordo Miguel, perguntou ao gato se havia algo que ele podia fazer para parar com aquilo, mas o gato só respondeu que nada havia a ser feito, que queria pegá-lo para fazer um churrasco.

Miguel ainda tentou correr, mas devido ao seu peso, não obteve sucesso. Naquele fim de semana, a família do gato se deliciou com a carne macia e abundante do gordo Miguel.

terça-feira, abril 13, 2004

Era o protetor de cárter, não o escapamento.

Lembram daquele barulho que tinha no meu carro? Então, era o protetor de cárter que pegava no câmbio. Já tá tudo arrumado, carro zero de novo. Alias, zero não, mas tá novinho. Só falta trocar uma calota que tá toda arranhada... mas isso é baratinho.

segunda-feira, abril 12, 2004

seqüelas da páscoa na pascuela

é bixo, chocolate, bacalhau, praia, surfe depois de 1 ano parado, e, no domingo, pra completar, uma leitoa à pururuca.

Caralho, muito foda!

terça-feira, abril 06, 2004

..:: é grande, mas se você tentar, você consegue!* ::..

Não me canso de ler as palavras de Sérgio Faria. Esse grande catarrento, que contribuiu com 50% da motivação pra criar esse blog (os outros 50% são mérito do Cocadaboa), mais de 2 anos atrás, acaba de postar uma pérola que merece ser transcrita em sua
íntegra:

Uns e outros ficam por aí questionando a existência de Deus. Ora, se o Grande Fodão não existe, quem foi que desenhou e instalou essa coisinha tão maravilhosa entre as coxas da mulher? A bucetinha. Quem? Você acha que o Philippe-Starck ia desenhar uma belezinha tão delicada? É, eu estou falando da estética das perseguidas. Se o autor não fosse Deus, esse designer reconhecidamente perfeccionista, a buceta seria um mero orifício cumpridor de suas funções práticas e deixa pra lá, não se fala mais nela. Mas não. Bucetinhas são como flores. Inclusive desabrocham [se bem que tem umas que broxam, mas são exceções]. Eu conheço a bucetinha de uma loira que poderia estar na vitrine de uma floricultura. Não a loira, a bucetinha, me entenda. É uma obra de arte cor-de-rosa, num tom que você pode desistir aí de procurar na palete de cores do fotoxópe porque não tem. Suas pétalas são delicadas e sensíveis, mas só se abrem se forem com a sua cara. Não adianta ir chegando assim como se fosse o Maluf no dinheiro público. E todo o conjunto começa nos pelinhos, é preciso beijá-los sem pressa até chegar ao botãozinho mágico de nome curioso, o clitóris, merecedor de algumas linhas à parte. Ali não se vai botando o dedo como se fosse a campainha do prédio. Particularmente esse clitóris que eu conheço – e que talvez até esteja me lendo, como vai, tudo bem? – gosta de ser despertado com a parte mais macia, molhada, quente e autônoma do meu corpo. Errou, pau não tem autonomia. É a ponta da língua. Que aprendeu seu papel e trata de circundar [atenção, judeus, não é circuncidar!] o clitóris com movimentos a princípio suaves, depois um tantinho mais intensos, tocando sem-querer-querendo na pele tênue que o recobre. Quando o clitóris acorda, por sinal nem um pouco sonolento, aí sim pode ser lambido, beijado e até chupado diretamente. Tudo isso com a máxima suavidade. Ele é mimado, tem seus melindres, precisa ser compreendido. Senão perde a sensibilidade. Parece coisa de viado, mas é assim, fazer o quê? Bom, a esta altura essa bucetinha que eu conheço já está molhada, meladinha, suas pétalas dispostas a se abrir – eu diria até com uma certa urgência. Então a língua deixa de frescuras, percorre a flor inteira em movimentos nervosos e mergulha no alagamento de néctar que já se formou na principal via de acesso local, sem que a prefeitura tome qualquer providência. Essa preciosidade não se saboreia apenas com a língua, orgão que só registra os quatro paladares básicos. O nariz toma parte na embriaguês, e então se descobre porque o néctar era chamado bebida dos deuses. Só tem um porém. Nunca me esqueço que essa bucetinha tem dona – e que dona –, e eu não posso passar a vida inteira ali, ainda que esteja lhe acariciando os seios com o que me sobra de lucidez, coordenação motora e, claro, mão. Essa loira que eu conheço é maravilhosamente orgásmica, e capaz de me dar uma chave de coxa se eu ficar muito tempo a passeio curtindo flor. Ela está com um homem na cama, não uma abelha ou um botânico. Mas você tem imaginação. Não preciso discorrer sobre a penetração, os beijos melados de língua, gemidos, mordidas no pescoço, lambidas e chupadas nos bicos de seios cor-de-rosa, carícias nas coxas e na bunda, palavras impublicáveis no ouvido. O que interessa agora é o momento do orgasmo da dona, seus gemidos de gozo, os movimentos de ancas, esse espetáculo que só não estréia na Broadway porque aquilo lá é muito jeca. Eu disse momento, mas são momentos plurais. Sublimes. Loucos. Olhos azuis que reviram. Nem que me emprestassem o Hubble eu saberia dizer pra onde ela viaja, mas sei que volta. E aterrisa relaxando aos pouquinhos, respiração normalizando, frequência cardíaca estável, sinais vitais em harmonia. É a hora do stop. Pára tudo. Abraço imóvel. Acolhimento, aconchego. Proibido tocar nos doces, como diz o cartazete da padaria. Respirar juntos, apenas. Até que a sensibilidade tão intensa se abrande, permitindo pequenos beijos, leves carinhos nos cabelos, os choques elétricos cessem e finalmente ela consinta que as coxas se abram, me deixando voltar à sua flor. Para mais uma vez sentir-lhe o gosto particular e incomparável. Que agora é outro na boca: néctar transformado em mel denso e encorpado, voluptuosa alquimia que engana, parece coisa de fada. Mas que é de foda mesmo. Graças a Deus.
Sergio Faria...5:39 AM


Foda, né? É tão foda que vou transcrevê-la de novo:

Uns e outros ficam por aí questionando a existência de Deus. Ora, se o Grande Fodão não existe, quem foi que desenhou e instalou essa coisinha tão maravilhosa entre as coxas da mulher? A bucetinha. Quem? Você acha que o Philippe-Starck ia desenhar uma belezinha tão delicada? É, eu estou falando da estética das perseguidas. Se o autor não fosse Deus, esse designer reconhecidamente perfeccionista, a buceta seria um mero orifício cumpridor de suas funções práticas e deixa pra lá, não se fala mais nela. Mas não. Bucetinhas são como flores. Inclusive desabrocham [se bem que tem umas que broxam, mas são exceções]. Eu conheço a bucetinha de uma loira que poderia estar na vitrine de uma floricultura. Não a loira, a bucetinha, me entenda. É uma obra de arte cor-de-rosa, num tom que você pode desistir aí de procurar na palete de cores do fotoxópe porque não tem. Suas pétalas são delicadas e sensíveis, mas só se abrem se forem com a sua cara. Não adianta ir chegando assim como se fosse o Maluf no dinheiro público. E todo o conjunto começa nos pelinhos, é preciso beijá-los sem pressa até chegar ao botãozinho mágico de nome curioso, o clitóris, merecedor de algumas linhas à parte. Ali não se vai botando o dedo como se fosse a campainha do prédio. Particularmente esse clitóris que eu conheço – e que talvez até esteja me lendo, como vai, tudo bem? – gosta de ser despertado com a parte mais macia, molhada, quente e autônoma do meu corpo. Errou, pau não tem autonomia. É a ponta da língua. Que aprendeu seu papel e trata de circundar [atenção, judeus, não é circuncidar!] o clitóris com movimentos a princípio suaves, depois um tantinho mais intensos, tocando sem-querer-querendo na pele tênue que o recobre. Quando o clitóris acorda, por sinal nem um pouco sonolento, aí sim pode ser lambido, beijado e até chupado diretamente. Tudo isso com a máxima suavidade. Ele é mimado, tem seus melindres, precisa ser compreendido. Senão perde a sensibilidade. Parece coisa de viado, mas é assim, fazer o quê? Bom, a esta altura essa bucetinha que eu conheço já está molhada, meladinha, suas pétalas dispostas a se abrir – eu diria até com uma certa urgência. Então a língua deixa de frescuras, percorre a flor inteira em movimentos nervosos e mergulha no alagamento de néctar que já se formou na principal via de acesso local, sem que a prefeitura tome qualquer providência. Essa preciosidade não se saboreia apenas com a língua, orgão que só registra os quatro paladares básicos. O nariz toma parte na embriaguês, e então se descobre porque o néctar era chamado bebida dos deuses. Só tem um porém. Nunca me esqueço que essa bucetinha tem dona – e que dona –, e eu não posso passar a vida inteira ali, ainda que esteja lhe acariciando os seios com o que me sobra de lucidez, coordenação motora e, claro, mão. Essa loira que eu conheço é maravilhosamente orgásmica, e capaz de me dar uma chave de coxa se eu ficar muito tempo a passeio curtindo flor. Ela está com um homem na cama, não uma abelha ou um botânico. Mas você tem imaginação. Não preciso discorrer sobre a penetração, os beijos melados de língua, gemidos, mordidas no pescoço, lambidas e chupadas nos bicos de seios cor-de-rosa, carícias nas coxas e na bunda, palavras impublicáveis no ouvido. O que interessa agora é o momento do orgasmo da dona, seus gemidos de gozo, os movimentos de ancas, esse espetáculo que só não estréia na Broadway porque aquilo lá é muito jeca. Eu disse momento, mas são momentos plurais. Sublimes. Loucos. Olhos azuis que reviram. Nem que me emprestassem o Hubble eu saberia dizer pra onde ela viaja, mas sei que volta. E aterrisa relaxando aos pouquinhos, respiração normalizando, frequência cardíaca estável, sinais vitais em harmonia. É a hora do stop. Pára tudo. Abraço imóvel. Acolhimento, aconchego. Proibido tocar nos doces, como diz o cartazete da padaria. Respirar juntos, apenas. Até que a sensibilidade tão intensa se abrande, permitindo pequenos beijos, leves carinhos nos cabelos, os choques elétricos cessem e finalmente ela consinta que as coxas se abram, me deixando voltar à sua flor. Para mais uma vez sentir-lhe o gosto particular e incomparável. Que agora é outro na boca: néctar transformado em mel denso e encorpado, voluptuosa alquimia que engana, parece coisa de fada. Mas que é de foda mesmo. Graças a Deus.
Sergio Faria...5:39 AM


Foda. Muito foda. Literalmente.

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* - O post é grande, seu sujo!

segunda-feira, abril 05, 2004

tô lá
Lembram-se disso?
Aeronave faz pouso forçado em avenida de SP e danifica prédio - 01/04/2004

Então. Felipe Matos Canto, 17, é baixista da banda éternamente. Eu sou baterista da mesma banda.

domingo, abril 04, 2004

..:: morumbi século xxi ::..

Nossa, fazia tanto tempo que eu não ia pro São Paulo que ontem eu até me assustei.

Fui lá pra acompanhar as eleições e, claro, torcer pela chapa amarela e pela permanência de Marcelo Portugal Gouveia.

O susto foi pelo seguinte: desde que eu me dou por gente, aquele clube mudou pouquíssimo. O máximo que fizeram foi na administração Casal de Rey, que fez as piscinas aquecidas. Eu entrei lá ontem e simplesmente não reconheci. Tem um campo de futebol society com grama sintética onde antes era uma quadra simples de futebol. Ao lado, a quadra de vôlei virou um todo incrementado campo de vôlei de praia.

E não foi só isso, estão reformando o campo social lá de cima, tão colocando uma grama sintética igual ao do estádio do Real Madrid. E isso não é no estádio, é no campo usado pelos sócios, mesmo! Tem uma lanchonete do Habib's onde antes era uma lanchonete careira e suja. Resumindo: é outro clube. E é por isso que eu fico feliz que a chapa amarela tenha continuado no poder. Além do futebol, o clube deve se preocupar com seus sócios. E é a primeira vez que eu vejo uma administração que tem essa preocupação. É quase certa a reeleição do Portugal Gouveia, e quem ganha é o clube.

Pô, com tantas mudanças, me inspirei até pra renovar a minha carteirinha e colocar uma foto nova! Na antiga eu tinha 12 anos. E foi aí que eu vi que nem tudo é modernidade: o sistema usado ainda é o mesmo de 6 anos atrás. O computador usa Windows 3.1.

Enfim, terça feira eu vou lá pra conversar com o responsável pela Lan House do clube (que também é novidade). Se tudo der certo, vou ajudar a implementar os cursos de informática no São Paulo. Tomara que dê certo!

quinta-feira, abril 01, 2004

hum... mas que postzinho mais previsível e fútil esse último, hein?

Dica: baixem o Skype. As conferências de voz dele têm uma qualidade incrível, parece conversa por telefone. Muito foda. Meu nick é a_clockwork_orange (sim, aquele filme do Kubrick), entrem para conversar. Maior legal.

E ESSE BLOG CHEGA AO FIM.

Adeus.


...
dã, primeiro de abril.
É, Tho, eu também sou um loser.