domingo, setembro 12, 2004

continuando...

Voltando da macarronada, reli o último post. Não estou escrevendo do meu computador, é o do meu irmão e não estou acostumado à disposição das teclas. Corrigi alguns acentos que saíram errados por conta disso, mas não sei se me dei conta de todos eles. Se virem alguma crase invertida, já sabem o motivo.

Enfim, continuando. A macarronada nem tava lá essas coisas e também não era de graça. Pagávamos 5 reais (o preço de um comercial com arroz, feijão, bife, batata frita, ovo frito e farofa) e tínhamos direito a um prato de macarronada com frango. O frango até que tava bom, mas o macarrão estava cru e frio. Além disso, o molho estava mais diluído do que a caipirinha que eu fiz em Angra depois que reclamaram que estava forte. Mas mesmo assim deu pra matar a fome. Não digo que estava ruim, mas bom não estava. A "taça" de vinho era 1 real. Imaginem vocês o material de que era feita a taça e a marca e qualidade do vinho. Exatamente. Taça de plástico e vinho Sangue de Boi. Depois, ainda passei no Mc Donald´s e tomei um sundae de morango.

Fui hoje, também, comprar roupa social. Estava com as mesmas desde 2000, eu acho... quando comprei uma calça, uma camisa, uma gravata, um sapato e um blazer pra ir a uma festa de 15 anos. Como estava usando muito, a camisa ficou velha, a gravata desmontou e a calça encurtou. Minha mãe me deu uma calça marrom e três camisas no começo do ano, mas uma é vermelha, outra verde e não combinam com qualquer cor, só com a calça preta. Ganhei também uma gravata marrom bonita, essa continua inteira. Enfim, fui comprar hoje. E nunca pensei que fosse tão caro andar sempre bem alinhado. Comprei duas camisas (uma azul e uma verde clarinha), uma gravata azul listrada e uma calça cinza escura (quase preta) com pregas. Total da compra: 295 reais. É grana pra cacete. Dividi em 3 vezes, mas percebi que não tinha nenhuma folha de cheque. Paguei só a entrada no Visa Electron e o resto eu pago na terça feira, que é quando chega a calça com a barra (italiana, claro) feita. O melhor de tudo: cheguei em casa disposto a aprender a dar nó na gravata. Vi um cara dando o nó facinho facinho lá na loja e cheguei em casa na sede pra aprender. Peguei uma que eu mantinha com o nó feito como modelo e fui quebrando a cabeça. E finalmente eu aprendi a dar um nó bonitão na gravata. Igualzinho àquele que eu mantinha guardado. Mantinha, porque eu desfiz porque, agora que já sei, não precisa mais guardar ele feito! Que tesão! Agora é só praticar todos os dias que eu nunca mais esqueço.

Bom, quanto às minhas leituras, terminei de ler "Nosso homem em Havana", e é um livro nota 10. Quem puder, que leia. Aí, só pra quebrar um pouco a rotina de romances, estou lendo "Banco Imobiliário: Monopólio: A primeira escola de negócios". Ele diz como as estratégias para vencer usadas no jogo podem ser aplicadas na vida real para se ter sucesso no mundo dos negócios. Interessante, né? Agora vamos ver se ele diz coisa com coisa. Gostei do comecinho, mesmo ele só falando do jogo por enquanto. Mas nunca vou saber se não ler, né?