domingo, novembro 26, 2006

fodest

Esse ano fui melhor: 69 de 90 pontos.

Com o ENEM fui a 72, o que dá 80% de acertos.

Vamos ver como será.

quinta-feira, novembro 23, 2006

Cá estou eu a fazer meu TCC quando escuto barulhos suspeitos vindos do apartamento em frente. Barulhos suspeitos, porém francamente indicadores de que algo bom está acontecendo.

O casal está se divertindo e os gritos e gemidos chegam ao meu quarto como se eles estivessem do meu lado. Nada contra, afinal, sexo, mesmo quando é ruim, é bom. Mas assim não dá pra eu me concentrar no trabalho!

Bom, agora parou, após um gemido mais forte da moça. Filho da puta. O cara bem que podia ter deixado a janela aberta, pelo menos.

Filho da puta.

domingo, novembro 19, 2006

Amor não é posse
Quem ama simplesmente ama
Sem explicação ou coisa parecida

Amor não é desejo
Desejo é um sentimento primitivo
Sempre haveremos de desejar o sexo oposto

Amor não é paixão
Paixão é fogo que apaga à primeira brisa
A paixão passa e o amor fica

Amor não é companhia
O ser amado está presente mesmo quando ausente
E mesmo sozinhos estamos acompanhados

Amor não é cumplicidade
Dos nossos crimes somos os únicos culpados
E sempre culpados vivemos a vida

Mas, se amor não é posse, desejo, paixão, companhia, cumplicidade
O que então denota palavra de tão múltiplos significados?

Amor é aquilo que a gente sente.

sábado, novembro 18, 2006

São Paulo II



Mosteiro de São Bento - Centro

sexta-feira, novembro 17, 2006

autor

Eu sonho publicar um livro. Não só por aquele velho ditado que para um homem ser completo ele precisa plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro... Mas para dar uma utilidade a tantas coisas que eu já escrevi e ainda vou escrever nessa merda desde Janeiro de 2002. É coisa pra caramba. E, se vocês fizerem força, tem coisa que presta.

Uma vez uma amiga minha teve um conto publicado em um livro com vários autores. Isso já seria um bom começo. Só que não quero pagar pra isso, tinha que ser algo natural. Algo como um reconhecimento que, do monte de bosta que eu escrevo, alguma coisa é aproveitável.

Uma vez eu fiz um livrinho de poesias minhas. Mas eu imprimi em casa e grampeei na escola. Fiz uns 5 ou 6, vendi cada um por R$ 1,00. As pessoas gostaram. Mas nunca mais fiz coisa parecida. A não ser comprar livrinhos desses de outros poetas, também a R$ 1,00. Fiz isso uma vez na FLIP de 2005 e na Bienal do Livro 2006.

Acho que vou fazer outro desses livrinhos. Mas agora vou imprimir contos. É muito mais charmoso.

quinta-feira, novembro 16, 2006

São Paulo



Edifício Martinelli - Centro
Escrever é um alívio em dias de dor
às vezes só queremos externar nossos sentimentos...
mas nem sempre alguém quer ouvir

Então, o lápis e o papel tomam o lugar desse alguém
(ou às vezes o computador e o teclado)
e esta lá, pronto a receber tudo o que quisermos falar

Escrever é ver as crianças brincarem no parque
com suas roupas sujas e mãos barrentas
com seus gritos alegres e risadas divertidas

É entrar de roupa e tudo na piscina
sem pensar no celular, na carteira, nas chaves do carro
sem querer que tudo acabe, sem pensar que tudo tem fim

É festa surpresa em dia de aniversário
é amigos reunidos pra jogar bola e comer churrasco
é o cachorro latindo querendo carne

É chegar em casa e ganhar um abraço.