sexta-feira, novembro 17, 2006

autor

Eu sonho publicar um livro. Não só por aquele velho ditado que para um homem ser completo ele precisa plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro... Mas para dar uma utilidade a tantas coisas que eu já escrevi e ainda vou escrever nessa merda desde Janeiro de 2002. É coisa pra caramba. E, se vocês fizerem força, tem coisa que presta.

Uma vez uma amiga minha teve um conto publicado em um livro com vários autores. Isso já seria um bom começo. Só que não quero pagar pra isso, tinha que ser algo natural. Algo como um reconhecimento que, do monte de bosta que eu escrevo, alguma coisa é aproveitável.

Uma vez eu fiz um livrinho de poesias minhas. Mas eu imprimi em casa e grampeei na escola. Fiz uns 5 ou 6, vendi cada um por R$ 1,00. As pessoas gostaram. Mas nunca mais fiz coisa parecida. A não ser comprar livrinhos desses de outros poetas, também a R$ 1,00. Fiz isso uma vez na FLIP de 2005 e na Bienal do Livro 2006.

Acho que vou fazer outro desses livrinhos. Mas agora vou imprimir contos. É muito mais charmoso.

Um comentário:

Marina disse...

Sabe que a primeira poesia que fiz, eu mostrei ao meu pai, ele que sempre escreveu na adolescência dele, eu o tinha como um icone dentro da minha propria casa., ele escreveu no final da minha agendinha assim: Parabens minha filha, isso sim e uma poesia de verdade!
e dali pra frente sempre me iludi achando que sabia escrever, e sou enganada ate hj, mas se ele nao tivesse me dito isso, eu nao descobriria que eu nao sei escrever, e nao continuaria tentando pra ver se um dia eu consigo...sei ela de cor, devo ter escrito ela com 8 anos..
beijos!