quarta-feira, dezembro 26, 2007

o natal. e os outros natais.

Os natais passam, os anos novos chegam e logo já são velhos e estamos-lhes dando "adeus". Todos muito especiais, é claro. Cada um com seu teor de especialidade e de quanto vao deixar saudades.
Mas a impressão que eu tenho é que os melhores natais foram até meus 12 ou 13 anos. Quando a gente é criança tudo isso faz mais sentido. O clima de bondade, de esperança, a Globo colocando artistas pra falarem de seu último trabalho beneficente... Isso tudo era muito natural e normal enquanto minha idade tinha apenas um dígito.
A família inteira reunida na casa do meu avô, meu tio se acabando na cozinha de tanta comida que era feita, meus pais e outros tios tentando controlar as crianças, que corriam no salão do restaurante, a espera até meia noite pra começar a comer e abrir os presentes...
Naquela época nossa família era grande. Nos reuníamos no salão e éramos cerca de 30 pessoas, entre tios, primos, avós, amigos e empregados. Todos muito felizes, alegres e sentindo aquilo que eu aprendi a associar com o Natal.
Quando dava meia noite, a comida era posta à mesa e a ceia se iniciava. Enquanto todos se serviam, o papai noel chegava. Cada ano ele era de um jeito: magro, gordo, alto, baixo, homem, mulher, branco, preto... E ele sempre trazia os presentes pra todo mundo. Ele aparecia na lareira da sala, e a gente ia correndo até ele pra receber os presentes.
Eu sempre soube que era ficção (pelo menos eu não lembro de ter acreditado em papai noel alguma vez, ao contrário do Coelhinho da Páscoa, que eu lembro, sim, de ter acreditado). Eu nem sempre ganhava o que eu queria, mas eu queria muito tudo aquilo que eu ganhava e vivia. Depois de abrir os presentes, a gente ia se juntar aos adultos no restaurante pra detonar tudo aquilo que esperava pra ser devorado.
Apesar de, naquela época, eu ter muito ciúme do meu primo (sempre muito mais extrovertido e desinibido que eu, o que levava a ele quase todas as atenções), aquilo tudo tinha um contexto...
Eu esperava o ano todo pela noite de natal. Não tinha nenhum caráter religioso em toda essa espera, era apenas pra poder ver meu "vovô bisa", que morava longe e sempre aparecia pro Natal. Era pra poder comer tudo aquilo que meu tio maestralmente cozinhava pra gente. Era só pra poder brincar com meus primos com os brinquedos que eu ia ganhar. Era pra poder dormir mais tarde sem levar bronca. Era pra ver todo mundo junto, feliz e brincando. Era também porque o natal sempre foi durante as férias!
A preparação pro natal era muito especial. A gente montava a árvore no meio da sala. E era árvore natural, bem grande (pelo menos parecia grande pra mim). Com aqueles enfeites que pra mim era sinônimo de natal. Não tínhamos luzinhas de natal, a gente colocava uns castiçais próprios pra árvore e neles a gente colocava velas. Era lindo com as velas todas acesas... Na noite de natal, a árvore ia pro salão, onde as mesas estavam arrumadas pra esperar o povo todo que ia vir.
Certa vez (acho que no natal de 1990), as velas colocaram fogo na árvore e na mesa onde ela estava (é, talvez não fosse tão grande assim a árvore). Foi uma festa. Todo mundo chegava com seu copo de cerveja/champagne/guaraná e jogava no fogo. Foi feio, mas tudo foi controlado em meio à bagunça. O natal continuou do mesmo jeito, apesar do susto. Eu não estava perto na hora, eu tinha ido fazer não sei o que dentro de casa. Quando ia voltar, minha mãe não deixou. Só depois fui ver o que tinha acontecido. Acho que foi a última vez que usamos velas na árvore. Uma pena. Eu gostava muito delas...
Lembro do natal de 1989. É o mais longe que minha memória consegue ir hoje. Foi marcante porque foi quando eu percebi que o natal e o reveillón eram festas separadas. Perguntei pra minha mãe "já é 1990?", e ela me respondeu falando que não, era só o natal!

Hoje, as festas não têm mais os elementos que, pra mim, formam o natal. Talvez pra Bia, minha irmã de 3 anos, isso tudo faça sentido. Pra mim, natal é aquilo que existia há mais de 10 anos.

Talvez um dia volte a fazer sentido. As festas desse e dos últimos natais me deixaram com um sentimento de vazio muito grande. Será fase?
tá bom, só de vez em quando.

sábado, dezembro 22, 2007

a partir de hoje, não coloco mais nem um gole de álcool na boca.

sexta-feira, dezembro 21, 2007

Nascer em outra época/lugar/família?

Muitas vezes já desejei ter nascido em outra época, outro país, em outra família... Ter outras experiências, ver outras pessoas, viver outra vida. Mas recentemente eu percebi que isso é impossível. O único momento que eu poderia nascer era o que eu, de fato, nasci. O único período em que eu poderia viver é este em que vivo hoje. É biologicamente impossível eu ter nascido em outra época ou local, ou mesmo ter outros pais.
Sou o resultado da união de uma célula do meu pai com uma célula da minha mãe. Células específicas. Se minha mãe e meu pai nunca tivessem se encontrado, eu nunca teria nascido. E, se tivessem se encontrado em outra época, também eu nunca teria tido a oportunidade de viver mais do que alguns segundos. Seriam outras células envolvidas, outros indivíduos sendo formados. Meus inatos irmãos que nem sequer tiveram chance de ser gente.
É incrível pensar que justamente no momento em que eu poderia ter sido concebido, eu fui. É meio bobo falar e ouvir coisas assim, mas é realmente inacreditável. Era uma chance muito ínfima de eu, justo eu, ter nascido. E nasci. Não os outros milhões de indivíduos que poderiam ter nascido no meu lugar. Fui eu. Metade de mim foi o mais rápido, enquanto a outra metade apareceu justamente na hora certa. E, dessa união, surgiu o que anos mais tarde estaria escrevendo isso tudo aqui...

É, é bobo. Mas é fascinante pensar nas possibilidades. O que seria de mim se não tivesse nascido? Não quero nem imaginar, pois me daria remorso da imensa quantidade de pessoas em potencial a quem inconscientemente neguei a oportunidade de nascer. Ó, fim triste. Não que a igreja esteja certa ao postular a regra de que "todo esperma é sagrado", mas é algo a se pensar.

Não, não vou deixar de fazer coisas que me agradam por isso. Só estou pensando na sorte imensa que eu dei: a fecundação ocorreu justamente no dia e no lugar certo pra que eu (sim, eu) nascesse.

Eu não poderia estar em outro lugar, nem em outra época.

Legal!

Mas isso não me impede de fantasiar...

quinta-feira, novembro 22, 2007

feira do livro FFLCH 07

R$ 200,00 em livros.

Pelo menos valeu a pena!

quarta-feira, outubro 03, 2007

Vida?

A vida se resume em estar vivo. E estar vivo engloba diversas coisas, entre comer, beber, rir, amar, sofrer. Para se estar vivo, devemos não apenas ter consciência da vida, mas também senti-la em nossas veias.
A vida se faz presente na dor, no ódio, no sofrimento. Mas também se faz presente no amor, na alegria, na esperança. Pergunte a qualquer pessoa que já tenha sofrido. Ou melhor, sofrido por amor. Não é a pior sensação do mundo? Saber que está vivo? Agora pergunte a alguém que ama. Sentir-se vivo nesse caso é estar de modo sublime visitando o nirvana.
Há um intermediário entre essas duas situações - sofrer e amar - que é o simples não sentir. Essa é a situação que quase nunca é contemplada em livros, músicas, filmes, poemas... Pois é a situação de vazio completo. É a hora em que você não sente mais a vida em seu corpo, não sente mais o fogo que o mantém aceso.
É a escuridão total, o estado dormente que nos leva à loucura.

O que fazer quando você olha no espelho e se vê nessa situação? O que fazer quando sua vida não dá mais sinais de empolgação, quando o fogo está apenas na condição de meras brasas?

Ação.

Ação é a palavra mágica. Olhe à sua volta. Há algo a ser mudado? Olhe pra você mesmo. Há como dar combustível pra essa brasa? Soprar e colocar mais lenha, pra aquecer de novo sua vida, suas paixões, seus relacionamentos? Sim, sempre há. E como há essa chance, agarre-a. Tenha esperança. Nada se perde por completo - aliás, muita coisa a gente consegue recuperar com ação.

A gente precisa sentir a vida correndo nas veias. Precisa sentir o fogo queimando as entranhas. Precisa sentir a paixão corroendo as artérias, acelerando o coração, secando a boca e molhando a nuca de suor frio.

A gente precisa sentir o medo, o ódio, a ira. A gente precisa ter emoções. Ter sensações. Ter o que buscar, o que querer, o que sentir.

Sabe quando a gente tá escutando aquela rádio que toca em geral músicas bem legais, que a gente gosta... e a música que tá passando no momento não é bem aquela que a gente quer ouvir? É mais ou menos isso. A gente sabe que depois de uma música vem outra. Depois de uma pausa, um silêncio, a próxima música tem grandes chances de ser aquela que a gente não ouve há tanto tempo... que nos lembra de momentos mágicos que vivemos.

Um respiro entre uma braçada e outra; Um tempo entre o almoço e a sobremesa; O tempo de virar o disco e começar a curtir tudo de novo... De maneira diferente, porém não menos apaixonada e entregue.

"os dias que eu me vejo só
são dias que eu me encontro mais
e mesmo assim eu sei também
existe alguém pra me libertar"

Lenha

Zeca Baleiro

Eu não sei dizer
O que quer dizer
O que vou dizer
Eu amo você
Mas não sei o quê
Isso quer dizer...

Eu não sei por que
Eu teimo em dizer
Que amo você
Se eu não sei dizer
O que quer dizer
O que vou dizer...

Se eu digo: Pare!
Você não repare
No que possa parecer
Se eu digo: Siga!
O que quer que eu diga
Você não vai entender
Mas se eu digo: Venha!
Você traz a lenha
Pro meu fogo acender
Mas se eu digo: Venha!
Você traz a lenha
Pro meu fogo acender...

Eu não sei dizer
O que quer dizer
O que vou dizer
Eu amo você
Mas não sei o quê
Isso quer dizer...

Eu não sei por que
Eu teimo em dizer
Que amo você
Se eu não sei dizer
O que quer dizer
O que vou dizer...

Se eu digo: Pare!
Você não repare
No que possa parecer
Se eu digo: Siga!
O que quer que eu diga
Você não vai entender
Mas se eu digo: Venha!
Você traz a lenha
Pro meu fogo acender...

Mas se eu digo: Venha!
Você traz a lenha
Pro meu fogo acender...

segunda-feira, julho 23, 2007

Ad infinitum

Absque bona fide, nulla valet praescriptio. Abundans cautela non nocet.

Feci quod potui, faciant meliora potentes.
Nossa, comi demais hoje.

quinta-feira, julho 12, 2007

segunda-feira, junho 04, 2007

como prometido...

... no último post, se eu conseguisse a senha do fotolog de volta eu o reativaria.

Pois então, consegui, e aqui está: As fotos do Bin

Mesmo título de antes, bem simples e direto. De vez em quando vou postar umas fotos lá.

É isso aí. Estou com uma gripe que não me deixou ir à aula hoje. Mas não posso fugir de levar meu carro no mecânico, pois que eu vou viajar nessa semana e ele me deixará na mão.

quinta-feira, maio 17, 2007

fotolog: será?

Estou pensando em retomar o fotolog. Ele um dia também já foi bem acessado, assim como esse blog.

Só penso que, se eu não dou mais atenção nem ao blog, será que vale a pena arrumar mais uma coisa pra fazer?

Enfim. Eu não consigo lembrar a porra da senha do fotolog.net. E o e-mail que eu usava (da Trevisan) não existe mais - afinal, não sou mais aluno da Trevisan. Vamos ver se eu consigo lembrar (ou se consigo ajuda dos administradores do fotolog para consegui-la de volta). Se conseguir, volto. Caso contrário, esqueçam.

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Aerosmith - What it takes

quarta-feira, abril 18, 2007

A cobaia

Certas coisas acontecem sem a gente saber o porque e como a gente pode fazer pra contornar a situação.

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Havia um garoto que tinha uma cobaia. Cobaia é um dos muitos nomes dados popularmente ao porquinho-da-índia. Esse garoto tinha uma certa semelhança com o menino citado por Manuel Bandeira em Libertinagem. Seu porquinho-da-índia era muito importante.

O garoto e a cobaia eram inseparáveis. Onde um ia, o outro seguia. Era uma relação que causava muito prazer a ambos. Com a cobaia sempre a tiracolo, o menino brincava, jogava bola, dormia, enfim, vivia.

A cobaia um dia sumiu. Nesse dia, ele acordou e a cobaia não estava mais lá. Como o garotinho chorou. Pensou que ela havia morrido. Ou então que havia fugido por não gostar mais dele.

O tempo foi passando e a lembrança da cobaia não se esvaía. Principalmente porque cada dia o garoto encontrava um rastro da presença do seu porquinho. Um pouco de pelos aqui, um pouco de ração mastigada acolá, um brinquedo jogado... O porquinho-da-índia parecia querer brincar de esconde-esconde.

Certo dia, cerca de um mês depois do sumiço, a cobaia reapareceu. Veio correndo ao colo do garoto. Ele ficou extasiado. Abraçou tanto a cobaia que quase a esmagou em seus braços. Pulou tanto com ela no colo que quase a matou de enjôo. Correu tanto e queria fazer tantas coisas que a cobaia se cansava facilmente e ia dormir, sem nem ao menos dar boa-noite.

A cobaia já não era a mesma. Não brincava como antigamente. Não ficava no ombro do garoto como antes costumava fazer. Não parecia estar feliz.

O garoto, então, vê que seu bichinho de estimação estava estranho. Resolve que vai soltá-lo na natureza, de modo que ele possa viver livre, em seu habitat natural.

A cobaia, já acostumada à vida com o garotinho, completamente inapta a voltar a habitar o ambiente selvagem, não se adaptaria novamente à nova vida. Ela morreria em pouco tempo, por falta de experiência e proteção. Seria alvo fácil para os predadores. Não demoraria até virar comida de uma cobra ou de alguma outra ave de rapina.

O garotinho não sabe disso. E acha que está fazendo o melhor para seu bichinho ao soltá-lo na natureza. Sofre, chora, se desespera. Mas está certo que é a melhor opção para ambos que seja assim.

O garotinho ama a cobaia como ama um filho o seu pai. A cobaia ama e precisa do garoto como precisa uma criança recém-nascida de sua mãe. No entanto, o que nenhum dos dois conseguem ver é que o que eles precisam realmente é um do outro.

O garoto vai reaprender a viver normalmente com a cobaia. E a cobaia vai reaprender a andar sempre no ombro do garotinho, participando de tudo na vida dele. Mas isso leva tempo.

E quem se arriscaria a deixar a cobaia morrer?

sábado, abril 14, 2007

Amanhã começa...

... a COPA USP 2007! Pelo menos no Basquete.

Vamos ver até onde a Biologia é capaz de ir. Estou pronto (e de tênis novo!) pra contribuir no que for de meu alcance.

Faltei no treino 6a feira por questões paralelas que não merecem citação aqui. Mas estou pronto. Como diria Bob Esponja: ESTOOOOU PRONTO! estouprontoestouprontoestouprontoestouprontoestouprontoestouprontoestouprontoestoupronto!!!

quarta-feira, abril 11, 2007

Agora que eu tô à toa...

... deixa eu atualizar um pouco esse troço.

Então, passei na USP! Finalmente sou um estudante de Biologia! Mas passei no noturno (que é mais legal). A única desvantagem é o fato de serem 6 anos de curso. Mas enfim, tô lá e é isso o que importa.

Não faço nada o dia inteiro, então comecei a treinar Basquete pela Atlética da Biologia. Até que eu não tô tão ruim quanto eu pensava. Joguei o Bixusp e vencemos 50% dos jogos que disputamos (2, o que já é um recorde!!). Domingo agora começa a Copa USP, que é séria e todo mundo joga (não só bixos).

Hoje é quarta. Todas as quartas-feiras tem reunião de organização da X Semana Temática da Biologia, que acontece em Setembro. Ainda estou bastante perdido, mas eu acho esse negócio de organização de eventos muito legal (a única coisa que me agradou na Administração).

Semana passada viajei para a Ilha do Cardoso, pra estudar a interação entre as espécies de plantas nas dunas. Pela USP. Chique, né?

...

Também na semana passada, viajei com a Marina pra São Sebastião do Paraíso (MG), cidade da família da minha mãe. 5 dias extremamente agradáveis na companhia de meu tio e meu avô.

Dia 22 fazemos 2 anos de namoro. Ocasião especial que merece comemoração especial! Vamos ver o que podemos fazer. :D

Bom, é isso. Estou agora no STOA e esse blog será importado pra ele. Não vou atualizar mais por causa disso, mas pelo menos eu sei que alguém obrigatoriamente vai ler. Isso aqui anda bem morto há muuuuuuuuuuuuuuito tempo.

...

Pra falar a verdade, nem sei se eu devo continuar com esse blog. Ele nasceu já há 5 anos. Já anda, fala, faz malcriação, mente, essas coisas de criança chata. Não tenho coragem de matá-lo, mas prolongar sua vida com postzinhos ridículos, sem graça e extremamente sazonais também não é a forma mais digna de mantê-lo vivo. Parece que está respirando por aparelhos.

Sou a favor da Eutanásia. Mas não no meu blog.

...

Quer saber? Leiam os arquivos. De 2002. São bem mais legais.

terça-feira, abril 10, 2007

Mas não sou mais tão criança a ponto de saber tudo...

...

Malditas Drosophilas melanogaster, que não fazem sexo!

...

noturno é mais legal
noturnémaislegal
noturno é mais legal
noturnémais legal

NOTURNO É MAIS LEGAL!
NOTURNÉMAISLEGAL!
NOTURNO É MAIS LEGAL!
NOTURNÉMAISLEGAL!

terça-feira, janeiro 16, 2007

Instalei wi-fi aqui em casa, mas o Ubuntu não se deu bem com o adaptador USB da D-link que eu instalei no computador. Ele conectava, mas não me deixava fazer muita coisa. Logo ele desconectava e só voltaria a funcionar após reiniciar a máquina.

Fui obrigado a voltar ao Windows. Que merda. Esse sistema é realmente muito ruim.

segunda-feira, janeiro 08, 2007

segunda fase rolando solta...

ontem fui bem, tema da redação foi amizade e usei o filme O Show de Truman para ilustrar parte dos meus argumentos. Na parte de português e literatura, fui bem, também. Acho que dá pra garantir aí uma boa porcentagem.

Hoje é química e amanhã biologia. Seja o que o Examinador quiser...

Vou lá e vou matar a pau.