sexta-feira, dezembro 12, 2008

São os traumas que a gente só sente depois de crescer...

sábado, novembro 29, 2008

a matter of consequence...

"The flowers have been growing thorns for millions of years. For millions of years the sheep have been eating them just the same. And is it not a matter of consequence to try to understand why the flowers go to so much trouble to grow thorns which are never of any use to them? Is the warfare between the sheep and the flowers not important? Is this not of more consequence than a fat red-faced gentleman's sums? And if I know--I, myself--one flower which is unique in the world, which grows nowhere but on my planet, but which one little sheep can destroy in a single bite some morning, without even noticing what he is doing--Oh! You think that is not important!"

Antoine de Saint Exupéry. The Little Prince.

quinta-feira, novembro 06, 2008

A melhor maneira de não sofrer é não se apegar.

Mas o apego é mais forte do que a razão e isso transforma a ausência em um exercício de sofrimento constante.

E o apego espontâneo é mais forte do que qualquer apego simulado, fingido.

E é justamente esse que me atinge forte nesses tempos.

Ah, como dói a saudade.

sexta-feira, outubro 31, 2008

The beauty of nature


One of the thousands of very beautiful things I saw during the research trip the last 5 days to Vale do Ribeira. Isn't it something we can't help falling in love?

domingo, outubro 26, 2008

Hoje, o legal é ser de direita

A frase do título foi dita por Chico Buarque em uma entrevista à Folha de São Paulo há algum tempo. Segundo ele, no tempo da sua juventude, todo mundo era de esquerda. Ser de direita era algo inconcebível.

Hoje a coisa mudou. Proliferam jovens malufistas, tucanos, pefelistas, cresce o movimento separatista (relembrando 32), cresce o número daqueles que acham que a o legal, mesmo, é ser de direita.

Foi-se o tempo em que as pessoas pensavam em São Paulo como uma cidade. Hoje, pensam nela como seu quintal, que podem sujar, que podem expulsar quem acham que não deveria estar ali "invadindo", podem guardar seus automóveis particulares, enfim. Perdeu-se a noção do "público".

Os interesses particulares sobresaem e dessa forma a cidade vai se tornando cada vez mais inóspita e selvagem. Cada vez menos acolhedora e convidativa. As ruas se tornam meras passagens de carros. As calçadas, estacionamento. O convívio social é suficiente via orkut.

O espaço público deixou de ser público. Tornou-se propriedade dos marginais e bandidos. Tornou-se espaço dos foras-da-lei. Tornou-se oficina dos mau intencionados. Porque? Justamente pelo fato de as pessoas de bem não se apropriarem dele. Ah, quanta diferença há no Parque da Luz entre uma terça feira vazia e um sábado cheio! Na terça feira, o parque é um reduto de prostitutas, trombadinhas e outras escórias. No sábado, torna-se um local cheio de famílias, crianças e outras tribos que gostaria de ver todos os dias ali.

Como são irritantes os alienadinhos que dizem "ah, não voto na Marta porque não gosto do PT". Quando se pergunta "mas porque você não gosta do PT?", a resposta é padrão "ah, não sei. não gosto". Eu sei. Porque o PT sempre defendeu os mais pobres, quando esteve no governo, enfrentou interesses dos mais ricos pra implantar políticas de inclusão social, educação na periferia e transporte público de superfície de qualidade. Porque o PT tem na figura do Lula um verdadeiro político, aquele que veio do povo (não de famílias de grife, como o ACM Neto na Bahia), aquele que conhece de fato a realidade do país, aquele que, quando chegou lá, fez o que deve ser feito.

Quem não precisa do Estado pra viver que não o impeça de ajudar aqueles que precisam.

Não podemos deixar a direita tomar conta da cidade por inércia, só porque há preconceito com a esquerda. E é preconceito strictu sensu, pois não se tem motivo pra criticar se não se conhece o objeto da crítica ("ah, não sei, não gosto"). Não critico aqui aqueles que são direita por opção partidária e sabem bem porque são. Critico aqui apenas aqueles que são direita "porque todo mundo lá em casa é" ou "porque não gosto do PT, não sei porque".

A direita critica muito a esquerda dizendo que, em sua maioria, são "pseudo-esquerdistas que só porque estão na Universidade acham que devem ser de esquerda". Isso existe muito, de fato (vide PCO, PSTU, PSol e outros partidos que só existem na USP, esquerdas da esquerda que são oposição até a si próprios). Mas o fenômeno que a gente mais observa hoje é justamente o contrário. Gente que acha que ser de direita "é ser legal, porque eu quero ter mais que todo mundo". Ou gente que é de direita "porque a esquerda não presta" mas não sabe falar porque. Ou, ainda, gente que lê uma matéria falando de que a Marta "roubou mais que o Pitta" na Folha de S. Paulo, acredita nela, e não se dá ao trabalho de ler no dia seguinte um pedido de desculpas do jornal dizendo que a matéria estava errada.

É incompreensível essa onda de direita. É pior ainda ver que esses neo-direitistas são justamente os filhos daqueles que mais sofreram com a direita e seus governos no país. São os filhos de torturados da ditadura, filhos de retirantes, filhos de imigrantes foragidos das guerras e dos genocídios da Europa. Hoje, em São Paulo, eles são a direita. Eles são exatamente os algozes dos seus antepassados. Será que não vêem isso?

Hoje estão ocorrendo as eleições. Segundo turno. Marta x Kassab. PT x DEM. Esquerda x Direita. Tudo indica que o filhote do Maluf com o PFL, neto do Arena e da Ditadura vai levar. E lá vamos nós pra mais quatro anos de descaso com a população pobre, incentivo ao uso de serviços privados, sucateamento do ensino e transporte públicos. Qual será a primeira medida do novo governo? Mais paredes anti-mendigo? Expulsar os nordestinos? Juntar todos os pobres num galpão e botar fogo? Vindo do Kassab, nunca se sabe.

Sabe o que mais irrita? O ar de superioridade dos direitistas. Isso é o que mais mata. Aquele olhar de cima, o nariz empinado, como quem diz "eu sou de direita, eu sou melhor que você. Se você quer ser de esquerda, coloca um monte de pobre no seu apartamento pra morar com você". Só pelo salto alto deveriam cair e se quebrar um pouquinho, pra aprender a descer do salto e olhar pra onde anda.

Ah, os neoliberais de direita nos EUA tão se ferrando, né? Pois é. Será que isso não ensina nada pra nossa direitinha no Brasil? Acho que não. Estão muito ocupados a se olhar no espelho e exclamar como eles são fodas e bonitos e inteligentes porque são da direita.

É triste. Estão brincando com minha cidade.

quinta-feira, outubro 09, 2008

causo

Não, não dá pé.

Ah, dá sim, e outra, eu sei nadar.

Não dá, moleque.

Dá sim!!

Tá bom, vai lá, então. Eu não vou te socorrer. Aliás, eu vou dar risada.

Ah, mas fica aqui perto.

Não. Vai lá. Sozinho.

Tá bom.

...

...

Ei...

...

Ai!

AAAAARGH....

MOLEQUE! FALEI QUE NÃO DAVA PÉ!!!

aaaaahhhh... gasp... golf... cof.. cof...

MOLEQUE DESGRAÇADO!

desculpa...

M.A.G.

Courage has risen from the deepest place
The Earth was blessed with such kindness and bravery
Humanity has seen the history of life
And the heavens were here, down with the mortals

There´s no bad weather, there´s no false truth
No one could take her from her faith
No one could take her from her duty
A whole life to build a myth

She came from above, and she came for good
The sun as a guard and the moon as a shelter
The stars were the company, the cold couldn´t hurt her
A strong heart, a warm soul, a friendly smile

Earth has lost a huge heroin
But has won a great myth
No one will ever be who she was
No one will ever know someone like her

We´ve learnt a lot from her acts
We´ve smiled and kissed
We were never alone when she was around
And we´ll never forget what she teached.

é aquele rapaz

Por trás da calma e paciência de alguém pode estar reprimido um
sentimento de angústia e desolamento que são por vezes externados em
situações nem tanto propícias. Talvez por isso nosso colega não consegue
mostrar seus sentimentos de uma forma sincera. Talvez por isso nosso
colega sinta que não tem os devidos sentimentos que pensa que deveria
ter. Talvez seja por essa razão que nosso colega nunca chora (em
público). Ele fica ali, isolado, em seu mundo, fechado em sua bolha
sentimental à qual não dá acesso a rigorosamente ninguém. Ele está bem
assim, não quer ser incomodado. Nada lhe atinge de fora, nada lhe causa
temor, nada lhe causa fervor. Está fechado a sentimentos naturais, a
euforias coletivas, a transes psíquicos não causados por substâncias
perturbadoras do sistema nervoso central. Sente-se só, sem apoio, sem
carinho. Por mais que as evidências exteriores mostrem o contrário, como
disse, o exterior é isolado do interior dessa bolha, que mantém-se fria,
imóvel, imutável, imune. Ele quer sair, mas no fundo quer mais ficar
ali. É cômodo não ser incomodado. É dentro dessa bolha que ele vê a vida
passar, que ele não vê o efeito do tempo, que ele sente sua incompletez,
que ele não sente do jeito como gostaria de sentir.

Sente-se ali, vazio e completo por sua angústia. Passa os dias ausente,
apesar de presente em corpo. Diverte-se, mas não como deveria. Sorri,
chora, ama, mas não da maneira como gostaria. A intensidade acabou para
esse rapaz. A externalização de sentimentos uma vez tão bem
protagonizada por ele próprio parece que tomou seu rumo em direção a um
lugar inatingível por sua mente e alma. Por vezes, no entanto, ela volta
em uma extrema intensidade, causando contratempos que em situações
normais a aparente calma reinaria soberana. A explosão repentina de
sentimentos reprimidos leva a dor aonde deveria haver compaixão; o
sofrimento aonde deveria haver paciência; desprezo aonde deveria haver
amor. E, em um instante, passa. Volta-se ao seu próprio mundo,
tornando-se novamente aquela pessoa calma, paciente, compassiva.
Novamente os sentimentos iniciam sua sedimentação no interior da bolha,
recriada dessa vez ainda mais forte, para um dia, novamente, uma
avalanche de maus agouros ser disparada contra seus arredores, atingindo
pessoas queridas e outras nem tão queridas da mesma maneira.

Falta-lhe apoio. De todas as partes, falta-lhe apoio, atenção... e
algumas palavras de conforto. Não pode reclamar da vida, mas o contrário
pode ocorrer. Falta-lhe coragem para encará-la com personalidade.
Falta-lhe empenho. Talvez falte motivação. Falta-lhe aquilo que não deve
faltar nunca: alegria. Desistiu de buscá-la por seus próprios meios,
perdeu a melhor oportunidade para tal. Ainda existe um lampejo de
esperança que as coisas mudem, mas a determinação já não é a mesma de
quatro ou cinco anos atrás. Sente que não será tarefa fácil vencer seu
próprio medo e deixar completamente a bolha, para sempre. Mas, por
vezes, sua vontade de sair de lá extrapola todo o resto e comete algumas
loucuras. É nisso que baseia sua esperança. É isso que pode salvá-lo da
bolha. É aí que reside a esperança, a determinação e a intensidade do
viver deste rapaz. E é aí que ele trabalhará pelo resto de sua existência!

(05/07/2006)

quarta-feira, agosto 27, 2008

My useless day.

Life´s not been so easy without Marina around. I have nothing to do and nothing else I would do. I have lots of things to study but I´m not up to anything.

I've been to USP today but I was so sleepy that I couldn't pay attention to a word the teacher has said. Í'm considering the possibility of going there again to watch this class properly, with the night course.

Today I've sent an e-mail to my Anthropology teacher, to check if he needs someone to work at his lab. The scientific method annoys me, maybe I 'll feel better if I 'm studying something more human, if you know what I mean.

Oh, how I miss her. There is only one word that illustrates my feeling, and it is in Portuguese: Saudade.

segunda-feira, agosto 25, 2008

News....

Well, as the only pals who may read this are on Facebook and they´re primarly from overseas, I´ll start to write here in English. It´s a good way to keep using and improving the language. So, I ask you all to please correct me if I spell wrongly some word or if I write something that is not understandable.

First of all, I am very sad and lonely. My girlfriend went las wednesday to a 6-month trip to Paris. She has a scholarship from the University and now she´s there to study at Paris-IV. It´s unbearably hard to be here without her, so we face it by speaking and seeing eachother every day on skype. It´s not the same thing, but it´s the best we can do.

I am saving my money to go there for a visit. Maybe a forthnight. I´m still studying the possibilities, once I can´t just stop going to the classes and stop working. I think the best period will be december.

Another thing is that my band is finally going to studio to play every week. In september or october we´ll play live at my University, at the Biology college. In november it´s time to play at History college. Let´s see if we can be rockstars!

Begining the post with Well, finishing the post with Well.

segunda-feira, agosto 11, 2008

E em Pequim...

Não aguento mais ouvir o hino dos EUA nas finais da natação....

Mas como esse Phelps nada, hein? Vai se foder!

terça-feira, junho 24, 2008

segunda-feira, junho 23, 2008

Ainda espero estar sonhando, espero que logo mais meu pai venha me acordar desse pesadelo e tudo volte ao normal. Espero que eu ainda possa visitar minha avó na feira de sábado de manhã. Espero ainda poder receber cartinhas dela no meu aniversário. Mas sei que essas esperanças são diferentes: elas não se farão verdade. Isso nao foi um sonho. É a dura e cruel realidade.

80 anos de vida, 80 anos de sofrimento e luta. 80 anos de coragem, trabalho e suor. 80 anos de amor a família, à Igreja, à vida. E, de minha parte, 22 anos de lembranças alegres. 22 anos de amor, companheirismo e certeza de que sempre que eu precisasse, ela ali estaria com um sorriso a me esperar.

Minha avó se foi, mas um pedacinho dela fica em cada um de nós. Cada gesto, cada palavra, cada lembrança será a certeza de que sua vida neste mundo ainda não acabou. Minha avó é imortal, ainda que tenha partido. E espero ter a mesma força com que ela lutou silenciosamente nos últimos 8 meses contra o câncer que a levou pra sempre.

A lembrança que tenho da minha avó é a herança que ela me deixou: um rosto sempre dotado com um sorriso.

sexta-feira, junho 13, 2008

É realmente incrível como o meu velho pc com 15" parece tão grande quando eu fico algum tempo só usando a telinha de 7" do EeePC.

E é incrível como cada vez mais eu acho que 7" é o suficiente pras tarefas básicas.

Obviamente que pra escrever textos, o grande é a melhor coisa, afinal o teclado é tão compacto quanto a tela.

Mas poxa, esse netbook é a melhor coisa que inventaram desde a tela de LCD.
primeiro post do meu novíssimo Asus EeePC.


Sensacional!!

segunda-feira, junho 09, 2008

Filme do dia: Sex and the City.

Ou um Ensaio sobre a futilidade. Ou um remake dos maiores clichês dos filmes românticos. Ou, simplesmente, um filme muito ruim.

Não acho que os diretores queriam fazer algo muito profundo. Aliás, desconfio que qualquer profundidade inserida nesse trabalho foi, se não apenas acidental, indesejado.

Enredo previsível, final previsível e mediocridade previsível.

Enfim, não é um filme pra mim.

Mas apesar de tudo, gostei da circunstância em que o assisti!

quinta-feira, junho 05, 2008

Hoje instalei um programinha pra minha irmã aprender a usar o computador e o mouse. Como eu comecei a usar computador por causa do Paint, que tinha no Windows (e a tela ainda era em preto-e-branco), eu instalei aqui pra ela o Tux-Paint.

Tem uma porção de coisas legais no tux paint, tem carimbos, pincéis com vários formatos, gatinhos cor-de-rosa, arco-íris, e mais um monte de frescura que a criançada adora.

Olha só a hora e ela ainda tá aqui querendo pintar. Já deu pra ver que ela adorou a novidade, né?

Isso é bom, ela tem interesse em aprender e assim vai desenvolvendo a coordenação motora e a abstração.

Bom, agora vou tentar dormir se ela deixar.

quarta-feira, junho 04, 2008

Descobri porque não dá pra colocar título.

O Blogger desativou a maldita API 2.0. Agora vou ter que esperar um software que use a nova API do Google pra voltar a botar títulos nos meus posts.

Não que isso faça muita diferença, afinal, eu mal usava os títulos e mal postava aqui. Mas poxa, usar títulos é mui divertido.

terça-feira, junho 03, 2008

Meu primeiro post do novo software de postar em blogs: Drivel.

Será que agora volto a escrever mais nessa bagaça?

(Como será que coloca título?)

quarta-feira, março 26, 2008

estou atrasado ou apenas fui mais devagar pra apreciar a paisagem?

terça-feira, março 25, 2008

Abbey Road



Uma rua dessas aqui no Brasil iria estar repleta de moleques jogando a famosa pelada.

Olha só, lisinha!

quarta-feira, março 12, 2008

Já que entrei no blogger...

... vou contar mais algumas novidades.

Esses dias andei gastando mais um pouco pra deixar minha bike zero bala. Quando eu digo zero bala eu digo de uma maneira que dê ainda mais prazer em guiá-la pelas belas alamedas do Rio Pequeno, cujo asfalto lembra a praia de tantas ondulações e areia.

Há um tempo eu já tinha trocado o selim, o antigo era duro e o formato não era o dos mais confortáveis. Coloquei um de gel. Futuramente coloco um de couro, daqueles anatômicos. Mas era muito caro e tinha outras prioridades. Já tinha também colocado buzina (que mais parece alarme de carro - um dia ainda troco, também) e um pezinho (primordial, eu acho).

Ontem eu fiz a melhor coisa até agora: troquei os pneus. Tirei os "velhos" de andar em terra (que nem estavam assim tão velhos - aliás, estavam até bem novos) e coloquei uns novos de andar em asfalto, lisos, finos, que deixaram a bicicleta muito mais leve na pedalada. Mas muito mesmo. A primeira pedalada depois da troca parecia o ato de cortar manteiga com faca quente. Uma delícia. Ontem eu ainda coloquei um espelho retrovisor. Ainda preciso me acostumar com ele, mas dizem por aí que é bem útil.

Esses dias eu ainda comprei um par de luvinhas, uma bomba pra encher pneu e uma bolsinha de colocar no quadro pra carregar coisas como a bomba e ferramentas (as quais ainda vou comprar). Quando eu receber eu vou colocar uns pára-lamas (andar ontem na chuva me deixou todo sujo) e uma espécie de "porta-malas" na roda traseira. Além, é claro, das luzinhas que eu preciso colocar com urgência e dos pedais que eu quero trocar por uns de alumínio. Mais pra frente eu pretendo trocar as rodas, estou com uma forte impressão de que o tempo que ela ficou parada com pneus murchos danificou e entortou os aros. Dá pra sentir que não está normal quando eu freio em uma descida.

Eu sei que estou gastando pra caramba nessa bike, mas é uma delícia poder passear por aí pedalando. Estou realmente levando a sério essa história de usar cada vez menos o carro e cada vez que adiciono uma coisinha na magrela me dá mais vontade de sair usando só ela. Só ainda não vou com ela pra USP à noite porque ela não tem sinalização noturna nenhuma. Não estou no clima de me estropiar de bicicleta - mesmo porque eu já gastei uma boa grana nela e isso iria demandar ainda mais dinheiro pra arrumá-la.

Enfim, é isso. Espero que essas minhas experiências com a bicicleta em São Paulo incentive alguém a buscar o mesmo objetivo. Estamos no meio de um caos urbano por causa do excesso de veículos motorizados, que causam trânsito recorde em cima de trânsito recorde, poluem de maneira excessiva e inconseqüente e, ainda por cima, estragam o asfalto onde a gente poderia pedalar tão tranquilamente!
Tem gente que eu simplesmente não suporto.

quinta-feira, fevereiro 28, 2008

Ah, só uma coisinha:



Na UNIP eles usam microscópios de brinquedo.

Resolução de ano novo sendo cumprida!

Hoje comecei a colocar em prática uma promessa de ano novo: usar menos o carro. Há duas semanas mandei fazer revisão na minha bicicleta, coloquei uma buzina, comprei uma corrente... Hoje foi a primeira vez que fui de bike até a USP e voltei. Isso se tornou possível porque pedi pra trocar duas matérias de horário, pra eu poder ir duas vezes de bike pra aula. À noite é muito arriscado, mesmo porque eu não tenho sinalização noturna na magrela.

Bom, hoje saí daqui por volta das 7:40. Mas até sair da garagem já eram umas 7:50. Peguei R. das Cachoeiras, atravessei a Politécnica desmontado, pela faixa de pedestres. Fui por uma ruazinha até a Av. do Rio Pequeno (a via mais bonita de São Paulo), subi a ladeira à direita antes da Corifeu, atravessei a Assunção, passei pelo Sabidinho, e logo eu já estava na USP. Nada demais, até então. Entrando na USP, pra quem pensou que estava acabado, ainda tinha a subida do P3. Consegui subir pedalando uns 80% dela, mesmo com os carros que costumam cortar caminho pela USP pra não pegar trânsito na Marginal (que deveriam ser banidos) tirando fina. Depois disso, foi fácil. Cheguei até a Biologia sem nenhum grande problema. Cheguei lá às 8:10. Vinte minutos. É mais ou menos o que eu gasto de carro, pois motorizado eu pego muito mais semáforos.

Mas ainda assim cheguei ligeiramente atrasado, o que me obrigou a me trocar só no intervalo.

Na volta, foi ainda mais tranquilo. As ladeiras que eu peno pra subir viram descida onde eu apenas preciso controlar no freio. Foi ainda mais rápida a volta: 10 minutos, apenas. E o mais incrível é que, não importa o trânsito que pode estar para os carros, pra bike estará livre.

Um pouco mais de prática e eu já vou conseguir ir daqui até lá sem desmontar. Nem mesmo nas ladeiras haha... Agora preciso ver como eu posso fazer pra ir com segurança até a Cultura Inglesa, aos sábados. Pra ir até lá eu devo precisar de um pouco mais de tempo. Então, vou sair com maior antecedência, já que eu não vou pegar de maneira nenhuma a Marginal de magrela.

Mas vamos ver. Eu gostei da experiência. Hoje já vou até o dojo de bike, também. Minha meta é fazer pelo menos 60% das minhas tarefas pedalando. Será que dá?

domingo, janeiro 06, 2008

V Farof's Fest!



Depois de 4 anos sem um Farof's, estamos de volta com a tradição implantada em 2003 de churrascos de reunião de turma. Os farofeiros se reunirão dia 19 de janeiro de 2008 na casa da Taty. O endereço vai pra todo mundo por e-mail, mas é melhor garantir e confirmar sua presença pelo e-mail que está na imagem pra que você possa pagar no período de desconto (até dia 14). Na última semana é mais caro, pois a gente precisa do dinheiro antes pra comprar as coisas.

Eu sei que muitos estão pensando "ué, mas esse não deveria ser o IV churrasco?", e é verdade. Deveria mesmo. Mas o IV Farof's Fest não saiu. O primeiro foi no início de 2003, o II no fim do mesmo ano, o III em 2004, e o IV deveria ser em 2005. Como ninguém se habilitou, tentamos realizar em 2006. Também não houve sucesso. Em 2007 ninguém tocou no assunto, parecia que os farofeiros tinham se aposentado do churrasco. Em 2008, finalmente, a coisa rolou. O pessoal sentiu saudade e a organização conseguiu garantir quórum para o evento. Para evitar más energias, enterramos de vez o IV FAF e resolvemos partir logo para a V edição, mesmo sem ter acontecido a IV. Portanto, se alguém perguntar "porque V Farof's? E o IV?" você responde: "o IV simplesmente não aconteceu".

Agora, vamos todos comparecer, fazer uma festa legal pra tomar cerveja, refrigerante, água, comer espetinhos e rever os velhos amigos, que é o principal motivo para o Farof's!

QUE O V FAROF's FEST SEJA UM SUCESSO!!