domingo, dezembro 27, 2009

Feliz ano novo!

Desde já, desejo a vocês um feliz 2010!

Viajo em algumas horas, volto dia 2. Até lá!

sexta-feira, dezembro 25, 2009

Natal e 2010

Juro que gosto mais de presentear do que de ser presenteado.

Presentear é um momento especial. Principalmente quando acertamos no presente. Esse ano, dei o livro "Para zoar corinthiano" pro meu pai. Ele ficou umas 3 horas depois rindo ininterruptamente das piadinhas do livro. Foi o presente mais certo que eu ja dei. Pro meu irmão, dei uma caneca do Starbucks, muito bonita, da série especial de natal que lançaram. Ele também gostou muito, disse que vai colocar no quarto dele. Minha irmã ganhou uma caixa de Ferrero Rocher. Disse que vai surprir todas as TPMs do ano. Minha irmãzinha ganhou um monte de aranhas de plástico. Ficou alvoroçada com a diversidade e começou a jogar no povo que tem medo. Ela até chegou a colocar de mansinho no ombro do meu pai pra ele se assustar - o que deu meio certo, ele não se assustou plenamente. Pra minha madrasta, dei uma garrafa de vinho tinto seco Santa Carolina. Minha mãe ganhou "Caim", do Saramago. Meu padrasto, "O maior espetáculo da Terra", de Richard Dawkins. Visível a satisfação de ambos. Presentear meu padrasto é fácil, é só dar algo que eu adoraria ganhar. Isso já tinha acontecido antes, quando dei "IBM e o Holocausto" pra ele.

Diante da satisfação de ter dado esses presentes todos, o que eu ganhei poderia ser qualquer coisa. Inclusive nada - o que, felizmente, não foi o caso. Minha mãe me deu uma bermuda e uma camiseta. Minha madrasta me deu uma bermuda, uma calça e uma camisa.

Se 2009 foi conturbado, porém muito divertido e um ano que me ensinou muito, 2010 vai começar muito, mas muito diferente. Trabalhando com meu pai, núcleo avançado na Biologia, em Angra com o Thom, e com uma namorada linda que me pegou de jeito!

2010 vai ser incrível! Com todos os amigos que fiz em 2009, copa do mundo, proximidade com meu pai, e finalmente um rumo na vida!

segunda-feira, novembro 30, 2009

Meu clube: São Paulo

São Paulo, clube querido, tu tens o nosso amor. Teu nome e tuas glórias têm honra e esplendor.

Trazes glórias luminosas do Paulistano imortal. Da Floresta também trazes um brilho tradicional.

O São Paulo decepcionou nos dois últimos jogos, é fato. Mas nada muda sua história e todo o amor que dedico ao meu clube.

O São Paulo me educou, me criou, me tornou o que sou. Sou grato e fiel às suas cores e seus símbolos.

Uáique Páique-Cháique
Uáique
Uáique Páique-Cháique
Uáique
Tchen-Gô-Tchen-Gô
Rá-Rá-Rá
Arakan-Baran-Bakan
Arakan-Baran-Bakan
Stuberê-Stuberá
Macambê-Mecambecá
Rico-réco, Rico-rá
Rá-Rá-Rá
São Paulo!
São Paulo!
São Paulo!

quinta-feira, novembro 26, 2009

terça-feira, novembro 10, 2009

cela

De olhos fechados ele tenta não sentir o frio que entra pela fresta da porta. A janela estava sempre aberta e a corrente de ar se formava de modo a gelar todo o ambiente a partir dos longos corredores do prédio. Ele está sozinho e não sabe o que esperar do dia seguinte, sequer do minuto seguinte. A cela era pequena, sem nenhuma mobília. Nas paredes, marcas de pessoas como ele, que outrora habitaram aquele local. Desenhos, poemas, juras de amor, de morte e de vingança. Alguns haviam usado a parede para contar os dias até a liberdade, mas ele não tinha perspectiva. Encolhido no canto da cela, ele tenta fazer o tempo passar. As horas se arrastam em movimentos circulares, no mesmo sentido dos seus pensamentos. A cabeça já não funciona direito, ele tenta entender porque está ali, qual crime cometera, o que fazer para se livrar desse martírio.

Ele tenta se lembrar do julgamento, não consegue.

A única lembrança é do momento em que fora jogado ali. Esforça-se para lembrar mais, talvez dê alguma pista sobre sua condição e até quando isso vai durar. Ele não se lembra.

Só se lembra de um rosto.

Um rosto que lhe causa sentimentos mistos. Paixão, raiva, ternura, ódio, uma profunda sensação de paz, seguida de perto por uma inquietante vontade de estraçalhar e dilacerar. Era um rosto conhecido, mas que não lhe trazia maiores lembranças. O que teria acontecido à sua memória? Não conseguia reaver os fatos, só tinha sensações inexplicáveis. Esforça-se, a angústia aumenta a cada tentativa falha de compreender sua situação.

Concentra-se no rosto. Tenta sentir tudo o que aquele rosto lhe traz. O sentimento de raiva cresce. Passa a odiar aquele rosto. Associa a ele todo esse mal estar que sente preso nessa cela. Sua vontade é encontrar seu dono e eliminar sua existência. Na verdade se contentaria se esquecesse essa imagem, mas ela é persistente e a cada segundo cria ainda mais desconforto.

Tenta se levantar, percebe que não está apenas preso numa cela, está também amarrado. Uma camisa de força lhe fora colocada, os braços estão completamente sem mobilidade. Vira-se, fica de joelhos. Apóia a planta do pé direito no chão, num impulso coloca também o esquerdo. Está de pé, apoiado pelo ombro na parede sob a pequena janela.

As lembranças começam a voltar em doses homeopáticas. Agora sabe que aquele rosto é sim da pessoa responsável por ele estar ali. Os bons sentimentos que antes tinham surgido com a imagem se foram de vez. A raiva, o ódio e a vontade de eliminar aquele rosto de vez agora tomam conta. Decide sair dali. Decide encontrar a pessoa responsável por aquilo.

Debatendo-se para tentar livrar-se da camisa de força, gasta muito de sua parca energia. Num movimento brusco e desastrado, bate com a cabeça na parede oposta à janela. Com o impacto, suas pernas perdem a estabilidade e desaba no chão. O sol lá fora batia justamente em seu rosto. Sente o calor e o incômodo da luz excessiva quando suas pupilas ainda estavam dilatadas pelo escuro do resto da cela. Sente também o calor do sangue que escorre da sua testa e chega até sua orelha e olho esquerdos.

Em pouco tempo, entra em sono profundo. Desse sono, em um sonho veio a epifania. Ele não estava preso por condenação jurídica. Não estava cumprindo uma pena com data pra começar e pra acabar. Ele havia sido jogado ali por alguém que costumava lhe inspirar confiança. Passara-lhe a chave e acabara com toda a ilusão que havia criado. Derrubara-lhe do alto de sua falsa felicidade. A queda de tal altura causa estragos irremediáveis. E esses estragos eram exatamente o que lhe doía.

Lembrou-se do rosto novamente, agora sabia de quem se tratava. Era a pessoa a quem havia dedicado todo o amor que havia. Era a pessoa a quem ele tinha se entregado sem medo, sem relutância.

Não estava preso em uma instituição pública de correção de desvios de caráter. Talvez por isso não encontrava sinal de outros habitantes no local. O local de seu cárcere era muito pior, com um sistema de segurança muitas vezes mais impenetrável. Desse local, dificilmente conseguiria ser resgatado. Praticamente impossível uma fuga.

Estava preso, sozinho e abandonado. Preso dentro de seu próprio coração.

Um coração apertado, frio, com paredes de concreto armado. Vazio, inabitado, completamente ausente de vestígios humanos. Aqueles riscos na parede, as juras de amor, os dias contados, tinham sido todos feitos por ele mesmo em dias felizes de outrora. As palavras de ódio, de vingança, talvez não lembrasse, mas foram também feitas por ele.

Ele está de pé. À sua frente, o rosto. Com o rosto, todo o resto. A pessoa estava ali, parada, com ar sereno e decidida a não voltar atrás. A fúria toma conta. Seu punho cerrado se levanta contra o rosto, indubitavelmente culpado. Pega impulso e parte com grande força e velocidade em direção ao nariz. O impacto gera um som seco, seguido de uma queda. Do rosto, nenhum ruído se escuta, ainda que os faça aos montes. O mesmo punho procura agora algum instrumento, encontra logo ao lado um pedaço de pau. Não muito pesado, mas em uma das extremidades havia um prego enferrujado. O punho tem ajuda da mão esquerda. Levanta o pau, certifica-se de que o prego está virado para baixo, e o encaminha com grande força para o rosto. Só se escuta o barulho do impacto. Desfere mais um golpe, do outro lado do rosto. Outro golpe, na cabeça. Ao olhar de lado, percebe que há muitos outros objetos que lhe servirão. Facas, pé-de-cabra, um machado, pedras. Cada um desses instrumentos cumpre o seu papel quando empunhados pelas suas mãos raivosas. O que resta é um corpo sem rosto. Sem vida.

Abre os olhos, a lua joga luz sobre seu rosto. Sente a dor da pancada na cabeça. Sente o gosto de sangue na boca. Está numa cela. Pequena, mal cheirosa, dois outros homens a dividiam com ele. O carcereiro come algo que cheira como cachorro molhado.

Lembra-se de tudo. O arrependimento ameaça vir. Mas não vem.

Finalmente estava livre.

segunda-feira, setembro 07, 2009

Skull


Tempero
Upload feito originalmente por Leandro R. Gonçalves
O ensaio com uma caveira.

13 imagens, número emblemático, algumas em cor, outras em preto e branco. Todas com um único tema: o consumo do homem pelo próprio homem.

Até onde somos de fato livres para pensar? Até onde não somos simplesmente objeto de consumo de outras pessoas, que, por sua vez, também são consumidas por outras e outras?

Esse ensaio fotográfico tenta explorar essa linha de pensamento. O material está lá, é só vocês consumirem.

domingo, setembro 06, 2009

Alagô


Alagô
Upload feito originalmente por Leandro R. Gonçalves
É, feriadão tá sendo bem bacana.

Todo mundo aqui de casa viajou, e eu fiquei sozinho em casa. Não viajei também por uma série de motivos, sendo o principal deles a possibilidade de ficar só comigo mesmo e aproveitar meu tempo em casa, lugar onde tenho ficado muito pouco ultimamente.

Ontem, dia de Brasil x Argentina (chupa, Maradona!), recebi a visita do Eli. Estávamos nós cá brincando com minha novíssima Nikon D60 (dessa brincadeira saiu a imagem do último post) quando um barulho suspeito de água se faz ouvir vindo da cozinha. No primeiro momento pensei ser a torneira da área de serviço, quebrada, que de vez em quando se abre sozinha. Mas não. Era o filtro. O cano que leva água da parede até o reservatório tinha estourado e a água jorrava, molhando toda a pia, o forno elétrico, o microondas e, por fim, o chão.

A cozinha virou uma piscina. Bem aos molder do episódio de Tom & Jerry no qual o ratinho faz a pia transbordar, deixa a geladeira aberta e a cozinha vira uma pista de patinação no gelo.

Mas aqui a coisa não foi tão divertida. Após muito procurar, encontramos o registro da água, o qual foi fechado. Mas era tarde pra evitar um alagamento. Três toalhas foram necessárias para segurar a água dentro da cozinha e não extrapolar para a sala. Dois rodos, o meu e o do Eli, trabalharam, então, incessantemente para levar a água da cozinha até a área de serviço - não, não tem ralo na cozinha.

Litros e litros de água limpa e potável pelo ralo por conta de um cano estourado. Belo feriadão.

Ah, e valeu, Eli. Se você não estivesse aqui eu estaria até agora manuseando o rodo sem chance de sucesso.

(p.s.: a cozinha não tá mais alagada, mas também não tá 100% seca. Fizemos o que pudemos)

Espelho dessincronizado


Ma che?!?
Posted by Picasa

sexta-feira, agosto 14, 2009

Ganhando importância!

Saiu no Diário Oficial do Município, como matéria de capa do dia 12 de Agosto de 2009:
Programa Trilhas Urbanas mostra peixes que habitam o aquário do parque da Luz
Evento, nesta quinta-feira (13/08), contará com uma trilha especial que, além de abordar o aquário, levará os interessados a percorrer outros espaços do parque. Será distribuído um folder sobre os peixes.

Nesta quinta-feira (13/08), às 14h, o paulistano está convidado a conhecer alguns habitantes do parque Jardim da Luz: os peixes. O evento contará com uma trilha especial que, além de abordar o aquário, levará os interessados a percorrer outros espaços do parque. Será distribuído um folder sobre os peixes.

As pesquisas para a concepção do folder foram coordenadas por Virgínia Talaveira, coordenadora do Projeto Trilhas Urbanas, da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, pela equipe do museu de Zoologia da USP (responsável pela identificação dos peixes do aquário) e pelo estagiário Leandro Rodrigues Gonçalves, com a colaboração de outros estagiários.

Habitam o aquário cerca de 13 tipos de peixes escolhidos para representar uma parcela da fauna aquática sul-americana, entre eles o dourado, acará, curimbatá e outros, doados pela Companhia Energética de São Paulo (Cesp) de Paraibuna. O aquário está aberto para visitações e fará parte do Projeto Trilhas Urbanas, que oferece oportunidade de conhecer e interagir com espaços públicos da cidade por meio de trilhas interpretativas realizadas nos parques municipais.

"Trata-se de um espaço educativo por natureza que nos propicia trabalhar não só com os aspectos da biodiversidade, mas também com a questão da água, uma das grandes preocupações dos dias atuais", explica Virginia Talaveira.

O folder será usado em ações educativas no parque da Luz. O aquário será uma estação especial na trilha monitorada em educação ambiental, que já é desenvolvida e implantada no parque.

"Esse folder é apenas o primeiro produto do projeto que elaboramos. Ainda está por vir um folder sobre a água e sua importância e um livro, que englobará tanto os peixes quanto o ambiente em que vivem", afirma Leandro Gonçalves, coordenador da pesquisa sobre o aquário.

O aquário subterrâneo do parque da Luz foi descoberto durante as obras de restauração do espaço, em 2000. Em pesquisas feitas sobre o aquário aponta que ele data de 1900 e é o aquário mais antigo da Cidade. Ele foi recuperado e hoje é um ponto de visitação importante do parque.

"O aquário do parque da Luz pertence ao paisagismo francês, pois imita a natureza através da sua construção. Atualmente é o mais antigo da Cidade e do Estado, e um dos mais antigos do País e único com entrada gratuita. Além disso, podemos observar os peixes tanto de cima como debaixo d'água, através do lago e da passagem subterrânea", comenta André Camili, administrador do parque da Luz.

O parque da Luz, o antigo Jardim da Luz, é o primeiro parque público da Cidade, criado ainda na época do Brasil Colônia como um Horto Botânico. Em 1825 foi aberto ao público como Jardim Botânico, tornando-se o primeiro espaço público de lazer da população.

As trilhas são realizadas por meio de agendamento prévio, que pode ser feito pelo e-mail equipetrilhasurbanas@gmail.com.

Serviço

Evento: Lançamento do folder do Aquário do Jardim da Luz
Data: 13 de agosto, às 14h
Local: Praça da Luz, s/nº - Bom Retiro - parque da Luz
Sim, senhores, o Leandro Gonçalves citado sou eu!


terça-feira, junho 23, 2009

1 ano

Há um ano eu perdia a minha avó.

Como ela faz falta...

quarta-feira, junho 10, 2009

dos ultimos acontecimentos na USP

A truculência da PM se juntou ao radicalismo uspiano e deu no que deu.

Sou contra a greve, mas também sou contra o uso da força militar contra um movimento, por mais pífios que os motivos possam ser.

A Biologia, certeza, não vai parar. Mas não vai se calar.

Mesmo porque licenciatura à distância em Biologia é piada.

(Quanto ao Brandão, que morra na cadeia.)

Revolution 1 – The Beatles

You say you want a revolution
Well, you know
We all want to change the world
You tell me that it's evolution
Well, you know
We all want to change the world


But when you talk about destruction
Don't you know that you can count me out


Don't you know it's gonna be all right
all right, all right
You say you got a real solution
Well, you know
We'd all love to see the plan
You ask me for a contribution
Well, you know
We're doing what we can
But when you want money
for people with minds that hate
All I can tell is brother you have to wait

 
Don't you know it's gonna be all right
all right, all right


You say you'll change the constitution
Well, you know
We all want to change your head

 
You tell me it's the institution
Well, you know
You better free you mind instead
But if you go carrying pictures of chairman Mao
You ain't going to make it with anyone anyhow


Don't you know it's gonna be all right
all right, all right
all right, all right, all right
all right, all right, all right

segunda-feira, junho 08, 2009

A ciência

Tenho um projeto pessoal muito forte que é contribuir para a popularização da ciência. Isso guia todas as minhas ações altualmente, pauta minha atuação na Secretaria do Verde e do Meio Ambiente e é minha motivação para realizar projetos de pesquisa como o que faço no Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos no IB-USP.

Realmente acredito no poder de transformação da ciência. Não transformação pura e simples, a que fábricas fazem com suas matérias primas, resultando em produtos. A transformação científica é mais profunda: é intelectual, social e estrutural. A ciência dá subsídios ao livre pensamento, à formação autônoma de opiniões, à popularização do conhecimento que, a princípio, está restrito à pequena patota acadêmica.

É a popularização da ciência que permite uma maior compreensão do equilíbiro natural, e é isso que vai salvar nossa espécie da catástrofe que insistimos em impor a nós mesmos. É a popularização da ciência que permite aos governos realizar políticas públicas de saúde e saneamento de forma mais adequada: com a ciência na boca e na cabeça do povo, todos terão consciência daquilo que devem e não devem fazer.

A ciência é uma grande aliada da qualidade de vida e do meio ambiente. É nela que devemos confiar, é ela que devemos incentivar e trabalhar para que sempre caminhe. A direção a própria ciência define. O importante é que caminhe. Que forme novos cientistas, que realize mais e mais pesquisas.

É a ciência que torna nossa espécie diferente. E é a ciência que vai garantir nosso futuro e nossa sobrevivência. Louvemos os cientistas, valorizemos a ciência em nosso país! Precisamos da ciência. A ciência precisa dos cientistas. É tão necessário quanto lógico.

---
Tool - Lateralus

quinta-feira, junho 04, 2009

sábado, maio 30, 2009

dos males, o menor.

O aprendizado nunca é nulo, muito embora não haja o que comemorar.

Mas, dos males, o menor.

sexta-feira, maio 29, 2009

Eucalipto: problema ou solução?

A produção de vídeos está aquecida ultimamente! Esse eu fiz para um trabalho da disciplina de Plantas e a Sociedade. É uma pena a câmera do celular não ser tão boa pra filmagens, mas pelo equipamento disponível ficou muito bom! O que acharam?

terça-feira, maio 26, 2009

Videocast 1!

Então, acabei de ver que o upload foi feito com sucesso!

Aí vai:

Quero críticas, sugestões e comentários!

No prelo: videocast

O videocast do blog Somnium está no prelo. Hoje à noite devo postá-lo aqui, depois de voltar da aula. No momento, estou fazendo o upload para o youtube. Se quiser saber antes, é só se inscrever no meu canal.

O programa será semanal e sairá sob o título Café da manhã com cultura. Vou falar sobre música, livros, cinema, teatro, futebol e o que mais for do meu universo cultural. Cada semana um tema diferente.

Nesse primeiro episódio falo do Budapeste. Leio um trecho do livro e analiso o filme baseado na cena correspondente ao trecho lido. Ainda é um piloto, mas espero conseguir mantê-lo regular. Creio que vou lançá-lo aos domingos.

Enfim, espero que gostem dessa minha nova investida! Quero críticas.

Tempo

O tempo cura tudo, a gente corre atrás.
O tempo é um dos nossos, nunca dá pra trás.
O tempo faz a gente não pensar só em nós.
O tempo vai fazer tudo ficar melhor.

O tempo que perdemos sem nos perdoar
O tempo que nos damos pode sufocar
O tempo sem pensar pode fazer doer
O tempo vai curar todo esse meu sofrer

Só o tempo pode dar a ti e a mim a verdade
Só o tempo pode nos trazer felicidade
Só o tempo pode acabar com toda a maldade

É o tempo que nos vai colocar frente a frente
É o tempo que vai fazer funcionar a mente
É o tempo que vai nos fazer sorrir novamente

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Sim, isso foi inspirado na música Sem Marcha Atrás, de Donna Maria. Pode, sim, pensar nesse soneto no mesmo andamento da música.

segunda-feira, maio 25, 2009

Bolada

Quanta pretensão...

Para Éder Luís, seu gol foi mais bonito que o marcado por Nilmar

Não, Éder. Sinceramente, o do Nilmar foi muito mais bonito.

Bolada

USP sitiada

nada como um tempo após o contratempo…

A realidade é constantemente distorcida.

Sempre tem jeito de as coisas parecerem piores do que realmente são. Analisando friamente, sempre temos como ver que nem sempre a coisa é tão grave.

E isso pode ser aplicado pra tudo. Está doendo o peito? Analise. Não é assim tão grave. Deu uma mancada? Não precisa fazer tempestade em copo d’água.

Ninguém é insubstituível. Nem eu, nem você, nem ninguém. Se você exclui alguém da sua vida, você está sujeito à mesma coisa quando algum ato seu for tomado como imperdoável por outra pessoa.

Tudo o que vai, volta.

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Sou da turma que perdoa tudo. Por isso, talvez, fique indignado quando eu mesmo não consigo um perdão. Acredito que as pessoas têm direito de errar – mesmo porque são humanas, não máquinas. Se estou bravo hoje, amanhã estou só ressentido e depois esqueço.

Não consigo ver um inimigo em quem eu já gostei.

Mas fiz algo feio e que merece castigo. Fiz aquilo que já tinham feito comigo algumas vezes e sei que foi duro de perdoar. Demorou, mas perdoei. A justiça tarda, mas não falha.

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O tempo cura tudo, perdoa tudo, apaga tudo, esconde tudo.

Tarde demais...



Sei que errei, errei inocente.

Continuo seguindo o povo no Twitter!

Graças ao Google Reader e à incrível tecnologia do RSS, continuo seguindo quem eu gosto no twitter.

Assim é melhor, vejo o que tá acontecendo sem precisar participar. Passo ileso.

Brincando de Facebook

RUY CASTRO
RIO DE JANEIRO - Há dias venho recebendo mensagens de pessoas convidando a que me registre em algo chamado Facebook para "me tornar amigo" delas. A maioria é de gente que não conheço, nem identifiquei pelo retratinho 3 x 4 que acompanha a mensagem. Como vivo desconfiado quanto às novidades da internet, temo que seja mais uma pegadinha para me plantar um vírus e arruinar o meu, com todo respeito, disco rígido.
Mas outras mensagens vêm de amigos próximos e ocasionais, antigos colegas de faculdade ou de jornal e até uma ex-namorada. Como não sabia que estava rompido com algum deles, não entendo por que, de repente, essa ânsia a que eu "me torne amigo" deles. E, no caso, para que me registrar no Facebook? Não basta pegar o telefone ou mandar um convencional e-mail reafirmando a amizade?
Não. Estudando melhor a proposta, descubro que, registrando-me no Facebook, posso "manter contato com amigos, partilhar fotos ou criar meu próprio perfil". Eba! Como pude viver até hoje sem essas facilidades? Até então, para "manter contato com amigos", eu tinha de descer do prédio, atravessar a rua e encontrar os ditos amigos na praia ou no botequim. O Facebook me livrará dessas práticas toscas.
Em outro parágrafo, o Facebook me convida a "criar uma conta pessoal". Mas adverte que, se eu "estiver aqui para representar uma banda, negócios ou produtos", devo primeiro "criar uma página do Facebook". Aí já não gostei. Não "estou aqui" para representar uma banda, seja o que isso signifique, e evito fazer negócios com amigos que acabei de adquirir no Facebook, mesmo que já sejam íntimos e de outros Carnavais.
Se entrar para o Facebook, prometo não representar bandas, nem fazer negócios ou oferecer produtos, e brincar todos os dias de partilhar fotos com meus amiguinhos.

Folha de S. Paulo - 25 de maio de 2009



voltando ao firefox...

sai TwitterFox, entra ScribeFire.

e o chrome tem uns bugs muito chatos aqui. não é mais meu navegador padrão.

lição de moral

nã.. eu não sou jesus cristo, eu perdôo quem erra, mas não gente sórdida.

O que fica disso?

Amigos de verdade perdoam.

Amigos de ocasião apedrejam.

Página virada, quem ficou pra trás ficou. Quem veio comigo, bola pra frente.

Budapeste

Hoje fui ver Budapeste.

Não sei o que, mas algo me incomodou nesse filme. Não fiquei completamente satisfeito. Talvez esperasse uma fotografia mais ousada, ou uma marca mais forte do diretor.

Talvez estivesse simplesmente esperando muito de um filme baseado em um livro tão bom. Acho que faltou fluência ao filme, fluência esta que Chico Buarque esbanja nas páginas de Budapeste.

Acho que os atores foram bem, mas a direção pecou em algo que eu ainda não descobri ao certo o que é. Preciso, talvez, reler o livro e rever o filme.

Apesar disso, simpatizei com o filme. As tomadas em Budapeste foram muito bem feitas – aliás, a cidade lembra muito Paris. O idioma Húngaro também teve bastante destaque, coisa que no livro não acontece. É interessante ouvir. A cena em que José Costa liga para o Brasil e fala diversas palavras em Português só para poder ouvi-las no eco do telefone fica muito mais intensa dessa forma.

A participação de Chico Buarque, se não é desnecessária, parece um golpe de marketing.

A tal da estátua do escritor desconhecido ficou tão forçada que parece que foi introduzida no filme depois, colada com durex.

E o final, apesar de banal e parecer preguiça do diretor de pensar em coisa melhor, tem lá sua validade.

Dou nota 3 em 5.

Alguém mais leu o livro e viu o filme? O que acharam? E os que não leram o livro e viram o filme?

minha opinião

twitter foi paixão de verão.

meu blog é amor eterno.

vocês, raros leitores, me conhecem a fundo e não acreditariam em qualquer fofoca.

minha personalidade e sua evolução estão impressas aqui.

e pronto.

obrigado, leitores!

resumo de 2 meses no twitter

Primeiro momento:


Aí depois veio o:


Então:


E a gota d'água:


E o final:


O Futuro?


Sabem onde me encontrar.

terça-feira, maio 19, 2009

A vida tem dessas coisas

Não podemos controlar a vida e isso é um fato.

Fato ainda maior é o que se deriva disso: tampouco podemos prevê-la.

Dessa forma, a montanha russa de sentimentos pode te levar da euforia à depressão em poucos segundos – tendo também a capacidade de fazer o caminho inverso.

A vida maltrata o coração, o faz de bobo e inventa armadilhas sentimentais que você nem sequer imagina. Cai feito um pato.

E quem consegue domar uma coisa dessas? Se os maiores artistas usaram isso tudo como inspiração para suas grandes obras, é um sinal de que tal domínio está fora das ambições de qualquer homem (ou mulher).

Pois se do sofrimento advém a arte, é da superação da dor que advém a maturidade.

Posso estar me tornando cada vez menos artista. Mas a maturidade que adquiro me torna cada vez mais Homem.

A vida tem dessas coisas. Nem sempre faz sentido – na maiorida das vezes, não.

Não há o que fazer. Só o que lamentar.

E as lágrimas lavam a dor que insiste em se instalar.

E como alguém disse certa vez…
“Sei que seu caminho amanhã será um caminho bom, mas não me leve”

sexta-feira, maio 15, 2009

Pra escrever na internet é preciso assumir uma personagem?

Fiz essa pergunta no twitter e ninguém soube apontar com precisão se é de fato necessário. Mas a motivação da questão vem da observação do meu próprio passado como blogueiro e escritor esporádico de contos e poesias.

Foi assumindo uma personagem que eu tive o auge do blog. Que eu mais escrevia por aqui, por ali e por acolá. Que eu tinha centenas de visitas diárias e eu tinha um caminho a seguir nos textos (ainda que de uma linha ou duas, cheios de erros de grafia e concordância).

A partir do momento em que esse blog se tornou meramente um diário, uma agenda, perdi a personagem e o interesse pelo que escrevo diminuiu. Não foi uma mudança brusca e pensada. Foi simplesmente o autor que foi crescendo, mudando, dando cada vez menos importância à popularidade na internet.

Mas mesmo nessas mudanças fiz escolhas por personagens. Ora eu era o que sofre por amor, ora eu era o apaixonado, ora eu era o revoltado. Sempre personagens. O que eu escrevo por aqui não é necessariamente o que eu sinto. Quer dizer, é, mas por aqui as coisas aparecem maiores ou menores do que realmente são.

Eu acredito que não dá pra escrever na internet sem ter uma personagem pra se guiar. Nem sempre é pensado, nem sempre é planejado. Ninguém é realmente sincero na internet.

Meus textos são autobiográficos. Mas não refletem ao pé da letra o que de fato ocorre. E os desfechos não são exatamente aquilo que na vida real acontece. É ficção, tudo ficção.

Assim como a vida, a internet é ficção. A internet é literária.

Eu nunca usei o blog de confessionário.

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E assim acaba o momento metalinguagem.

quarta-feira, maio 13, 2009

Allegro ma non troppo

Just keep living the life on Allegro ma non troppo way.
Just don’t push it. It will come the right time.
”let it out to let it in”

Is it in already? Dunno. I’m not even sure it’s out.

The time will come. The bills will be payed all right.

Just keep living the life on Allegro ma non troppo.

And that’s all I can say. Precisely all I can do.

quinta-feira, maio 07, 2009

Lixo no parque: Junk Food

Meu segundo vídeo editado: o trabalho final do curso Foto Vídeo Repórter da Natureza, na UMAPAZ.

quarta-feira, abril 15, 2009

Cocadaboa voltando?

Se isso for verdade aí que volto com tudo aqui também!

Confiram!

quarta-feira, abril 08, 2009

Deixa ser como será quando a gente se encontrar…

Talvez fosse mesmo a hora, talvez não.

Talvez sejamos mais felizes assim, talvez não.

Mas é certo que fomos felizes nesses quase quatro anos. E quiçá ainda seremos quando nos encontrarmos cá abaixo da linha do Equador.

E, talvez, foi a decisão mais sensata.

Só verdadeiros amigos se entendem nessas horas.

Ah, como meu peito dói.

terça-feira, abril 07, 2009

Entrevista – Primeira pergunta

Olha aí minha primeira tentativa de edição de vídeo. Não ficou de todo mal, né?

Aproveitem e visitem o site/blog de Marina Lima: Ambiente do Meio.

quarta-feira, abril 01, 2009

Novidade twitter-like

Agora meu blog tem essa frescura de seguidores, que nem no twitter.

Sigam-me os bons!

domingo, março 29, 2009

Aikido em São José dos Campos

Um domingo como há muito não vivia: Acordando cedo, mais precisamente às 6 da manhã, banho tomado, saí a pé para o Dojo. No caminho, encontro com os Senseis Nagao, Melina, Alex e Ayumi, além de Glauco e Gledson, entro no carro e, na estrada, seguimos rumo a São José dos Campos para o Workshop de Aikido e Shiatsu, organizado maestralmente por André Sensei, na Academia Calasans Camargo.

Após um café da manhã na estrada, chegamos à famosa praça “Maconhão” (haha, belo nome para uma praça onde iríamos treinar), onde treinamos, sob as vistas de muita gente curiosa e fascinada, técnicas de boken (espadas de madeira). Mais de uma hora de treino, algumas pessoas juntaram-se a nós para as partes finais. Foi muito legal!

Daí, lanche e seguimos para a Academia para a segunda parte: uma demonstração para alunos de outras artes marciais (e até curiosos que não treinam nada), com Nagao Sensei, como sempre, arrebentando na apresentação do Aikido e suas relações com a Acupuntura e o Shiatsu. O evento foi filmado e assim que eu souber onde vão colocar as imagens eu posto aqui. Apliquei um Jiu-waza enquanto filmava, espero que saia na edição final.

Churrasco depois, na casa de André Sensei, com direito a muita conversa fiada, conversa séria, risadas, contribuindo para o clima de amizade que só sinto nesse ambiente.

Estrada na volta, muita conversa com Glauco no trânsito da Dutra, Ayrton Senna e Marginais, fado tocando no rádio… cheguei em casa há pouco e sinto aquele famoso cansaço de bem estar!

Belo domingo, daqueles inesquecíveis que só nos fazem pensar que vale a pena todo o sacrifício e dedicação ao Aikido.

O-Sensei Morihei Ueshiba, brigadão, cara! Você é foda!

sexta-feira, março 27, 2009

Festival Just a Fest

Pô, fui no show do Radiohead, Kraftwerk e Los Hermanos e nem postei nada aqui, né?

Então, fui lá!

Comprei ingresso na quinta feira (quer dizer, meu vocalista compro pra mim lá no Pacaembu). Há um tempo eu podia jurar que não tinha mais ingresso, mas felizmente eu tinha errado em minhas previsões. De fato, os ingressos se esgotaram poucas horas depois de meu ingresso ter sido adquirido.

No domingo, lá estava eu às 16h colocando o carro no estacionamento oficial do evento - R$ 35,00. Pela quantidade de carros que estava estacionando ali, já estava imaginando a dificuldade que seria sair após o show.

Às 19 horas, começa aquele que foi o melhor e mais esperado show (no meu caso): Los Hermanos. Tocaram pouco mais de uma hora, faltaram várias músicas, mas ainda assim valeu pela volta dos caras. Eles realmente são muito bons e eu não tinha idéia de quanta saudade eu tinha de um show deles. Foi sensacional.

Logo em seguida, Kraftwerk. Apesar de eu ter tirado bastante sarro deles, dançado como quem dança reggae, entre outras grosserias, eu gostei. É um som repetitivo, mas o casamento com os telões foi perfeito. Apesar de serem quatro caras em pé, parados, fazendo sabe-se lá o que no notebook (deviam estar fuçando no Orkut ou postando no Twitter), não faltou energia nas músicas.

Aí, pra finalizar, o show mais esperado da noite (no caso de todo o resto que não eu): Radiohead. Não conhecia muito da música deles, a não ser os clássicos dos anos 90 Creep, Fake Plastic Trees e Karma Police. No dia do show ainda escutei o In Rainbows algumas vezes, só pra não chegar com os ouvidos virgens demais ao som deles. O comentário da noite saiu de alguém lá no meio: “essa banda é bipolar!”. E, de fato, é. Alternam momentos de euforia com momentos outros de depressão profunda. O transe na platéia era generalizado, à exceção, é claro, dos que não os conhecia tão a fundo (como era o caso da minha patota que ficou tirando sarro deles também). Gostei muito do show, encorajei-me a conhecê-los mais a fundo agora.

O festival foi muito bom, o que estragou foi a organização. Uma única saída em declive pelo meio do mato para 30 mil pessoas é de matar, né? O caso se repetiu na saída do estacionamento. O show acabou perto de 1 da manhã e eu só cheguei em casa (após uma providencial passada no Drive Trhu do Mc Donald’s) depois das 3 horas.

Mas ainda estou digerindo o show do Radiohead. Eles são bons demais.

Mesmo sem conhecê-los muito, o show valeria a pena pelo aspecto histórico. Primeira vez deles em São Paulo. Uma banda que revolucionou o rock. A influência principal de quase todas as bandas de rock que eu escuto hoje. E uma das bandas que me fez gostar de rock. Eu simplesmente não poderia perder, mesmo correndo o risco de boiar o show inteiro – ou quase inteiro, pois eles tocaram todas as três supracitadas. E o encerramento foi Creep. Sensacional.

quinta-feira, março 26, 2009

Que beleza!

Telemarketing bom é telemarketing que educa!

Daqui.

Dia de celebridade na UMAPAZ

Que bacana! Vou ser entrevistado na aula de foto/video reportagem da natureza sobre nad amais nada menos que minha experiência com blogs!

De fato, o blog é uma ferramenta extremamente útil para divulgação de trabalçhos fotográficos e de vídeo. Mas o meu não é bem pra isso haha… O meu é só pra minhas divagações e comentários idiotas ou não a respeito de coisas notáveis ou não.

Mas ainda assim, como me disse Sérgio Faria, “7 anos na internet são 70!”

E pra quem não sabe absolutamente nada sobre blogs, eu posso sim ser uma boa fonte de informações. Afinal, esse blog nasceu em janeiro de 2002. Faz tempo, né?

7 anos. Como toda criança nessa idade, esse blog só fala besteira.

E, como falamos em divulgação de vídeos e fotos, aqui está meu ainda semi-vazio canal no youtube (que em breve colocarei coisas que ando aprendendo no curso) e minha página de álbums do Picasa (que já tem dois albums, um do meu mochilão pela Europa em 2007 e um do primeiro show da minha banda, Vulgo, em 2008).

domingo, março 22, 2009

Avatares-padrão

E não é que a onda agora é ser fotógrafo? Eu estou fazendo curso de fotografia e muita gente que eu conheço tem câmeras fodaças e tal. Mas o que isso tem a ver com o título do post?

É que duas amigas minhas tiveram a idéia de tirar foto do espelho e botar no MSN como avatar. Ficou um efeito engraçado, porque elas ficaram uma do lado da outra nos meus contatos online. Vejam:

CapturarÉ mole?

sábado, março 21, 2009

Blog e twitter integrados!

Agora sim, o que eu posto lá aparece aqui e o que eu posto aqui aparece lá.

Aqui eu tenho mais liberdade, lá é mais um falatório solitário. Todo mundo falando coisas aleatórias e curtas, na esperança de alguém achar aquilo interessante e responder ou ecoar aquilo que ele fala.

Aqui é mais meu próprio espaço. Não obrigo ninguém a ler tudo, quem tá afim, vem até aqui e lê.

O Twitter é viciante, mas meu blog é meu blog. Ele não tem 7 anos à toa.

quarta-feira, março 18, 2009

Desfile dos chatos!

Como eu não aguento ficar de fora nas coisas legais da internet…

Fiz um twitter: www.twitter.com/lrgoncalves

Mas é agoniante escrever com limite. Vamos ver se eu me acostumo à nova brincadeira.

(Ainda preciso aprender a usar os Favoritos do do Messenger)


Update: olha o meu twitter aí do ladinho! Pronto, agora entrei definitivamente nessa coisa!

segunda-feira, março 16, 2009

Minhas pernas não correm mais como antes…

Puxa, fui tomado por uma repentina sensação de que a tecnologia passou a correr mais rápido do que eu posso acompanhar.

A começar, a febre agora não é mais blog, é twitter. E pensar que eu vi a febre de blogs começar, se desenvolver, virar pandemia e agora ser substituída pelos novos brinquedinhos.

E eu ainda nem sei direito o que é twitter!

Outra coisa é esse novo Messenger. Que, a princípio, não chama mais MSN, agora é simplemente Messenger. Acompanhei bem a mudança do ICQ pro MSN (apesar de usar o ICQ até hoje), mas não faço a menor idéia de como usa os novos recursos dessa última versão. Onde estão os velhos grupos? Agora são categorias, mas… Tem um outro negócio, que agora chama Grupos, que, a meu ver, serve pra mesma coisa do que você simplesmente separar os contatos em categorias, usando a nova denominação. Além disso, tem um tal de “Favoritos”…

Um dia eu aprendo. Só espero que não lancem o Messenger novo antes disso com mais recursos…

domingo, março 08, 2009

Definição

Segundo o tradutor Babylon, Leandro significa:

Leandro (nome próprio) o mesmo que homem-leão.Pessoa que faz tudo para atingir os seus objectivos. No entanto é extremamente sensível não sendo capaz de passar por cima dos outros.

Interessante, né?

Segundo o Blog Curioso BR, Leandro significa:

Corresponde a homem-leão, do grego Léandros. Alguns autores interpretam como 'homem calmo' ou 'homem do povo'.

Tem significado em italiano, também:

Segundo a Wikipedia, Leandro:

Deriva dal greco Leandros, adottato nelle forme latine imperiali Leandrus e Leander. È composto dalle parole laos, popolo, oppure da leios, "tranquillo" e andros, uomo. Il significato può essere quindi o "uomo del popolo" o "uomo tranquillo".

E, o que eu não sabia, é que Leandro também faz parte da mitologia grega. Ainda segundo a Wikipedia italiana:

Leandro è il nome di un personaggio della Mitologia greca protagonista di una tragica storia d'amore con la ninfa Ero, sacerdotessa di Afrodite. I due amanti abitavano sulle opposte sponde dell'Ellesponto, che Leandro ogni notte attraversava a nuoto per raggiungere Ero, finché una notte, vinto dal mare in tempesta, morì annegato.

Segundo a Wikipédia em português:

Leandro era um jovem grego de Ábidos que atravessava a nado, todas as noites, o Helesponto, para ver sua amada Hero, até que um dia morreu afogado durante uma tempestade. Hero, inconsolada, suicidou-se em seguida.

Além disso, os italianos dizem que:

Leandro è il nome del personaggio dell'innamorato nella Commedia dell'Arte. [mantive o link pra quem quiser saber o que é]

E, como se não bastasse:

Leandro è un personaggio di una novella del Decamerone di Boccaccio.

Segundo os lusófonos, Decamerão é:

Decamerão (subtítulo: Príncipe Galeotto) (no original italiano: Decamerone vocábulo com origem no grego: deca = 10; emeron = dias, jornadas) é uma coleção de cem novelas escritas por Giovanni Boccaccio entre 1348 e 1353.

A obra é considerada um marco literário na ruptura entre a moral medieval, em que se valorizava o amor espiritual, e o início do realismo, iniciando o registro dos valores terrenos, que veio redundar no humanismo; nele não mais o divino, mas a natureza, dita o móvel da conduta do homem. Foi escrito em dialeto toscano.

Nada como um pouco de cultura sobre o próprio nome, não é?

quinta-feira, março 05, 2009

Cozinha


Banda Vulgo. Foto do show do Splash Rock Bar, setembro de 2008. Eu na bateria e André no baixo. Foto: Daniel Deak.
Posted by Picasa

sexta-feira, fevereiro 27, 2009

Sobre veteranos e bixos

Passar no vestibular é um momento único, motivo de festa e de alegria.

Entrar na faculdade e ser recebido com festa é a coisa que a gente mais pensa.

Mas a relação veterano-bixo está indo longe demais. Quem disse que o veterano tem autoridade sobre o bixo? Quem disse que o veterano pode dar ordens aos bixos como se eles fossem seus escravos?

O Bixo é uma pessoa, como qualquer outra, e, portanto, deve ser respeitada como tal. Não é da atribuição do veterano dar ordens e esperar que elas sejam cumpridas sem objeções. Não há relação alguma de patronato, tampouco de escravatura entre um bixo e um veterano.

Deve haver respeito.

E é isso que me emputece hoje: veteranos que acham que são patrões dos bixos. Eles que se fodam, que tomem no olho dos seus respectivos cús.

E é isso.

Debate: Criacionismo x Darwinismo

No debate: Mário de Pina, tive aula com ele de Sistemática e Biogeografia em 2007. Diretor do Museu de Zoologia da USP. Defensor de Darwin.
Naor de Souza Júnior, geólogo, criacionista.

Sobre os corneteiros

Poucas coisas me deixam tão nervoso quanto os corneteiros de plantão no estádio.

Acabei de voltar do jogo São Paulo x Oeste, válido pelo campeonatinho Paulista, e vi um São Paulo apático contra um Oeste que não queria jogo. Mas, mesmo apático, o Tricolor buscava o gol. Mas, com o Oeste recuadíssimo não tinha como.

Aí vêm os gritos da turma do Amendoim.

“Porra, não ganha desse time, vai ganhar de quem?”

“Porra, Washington! Vai ser ruim assim na casa do caralho!”

“Vai tomar sacode na Libertadores!”

E daí pra baixo.

Meu, quer o bem do time, tudo bem. Agora, ir ao estádio pra vaiar ainda no primeiro tempo de um joguinho de merda contra um time que vai pra defender?

Daí sai o primeiro gol, de Washington.

O senhor que mais cornetava não moveu um músculo.

Parece mesmo que esse povo só vai pra torcer contra.

Segundo tempo, a mesma coisa.

“Um a zero tá bom, né? Bando de perna de pau!”

“Um a zero com esse timeco aí vai ganhar de quem?”

Sai dois a zero com André Dias e três a zero com Hernanes, em jogada sensacional de Jean.

E os corneteiros não movem um músculo.

Que tipo de torcedor é esse? Se é o preço pra ter pouco menos de 5 mil torcedores em uma quinta feira à noite, prefiro que vá ao estádio só aqueles que estão a fim de apoiar incondicionalmente, assim como eu faço.

Porque se é esse o tipo de torcedor que estão atraindo, prefiro que não atraiam nenhum e ganhem dinheiro só com PPV.

À merda com os cornetas! Viva à verdadeira torcida sãopaulina!

quinta-feira, fevereiro 26, 2009

Tudo é divino, tudo é maravilhoso.

Não acredite nisso, não, tudo muda e com toda razão.

Mas sei que tudo é proibido. Aliás, eu queria dizer que tudo é permitido até beijar você no escuro do cinema, quando ninguém nos vê.

Não me peça que eu lhe faça uma canção como se deve. Correta, branca, suave, muito limpa, muito leve. Sons, palavras, são navalhas, e eu não posso cantar como convém, sem querer ferir ninguém.

A vida realmente é diferente, quer dizer, a vida é muito pior.

Eu sou apenas o cantor.

Mas sei que nada é divino, nada, nada é maravilhoso, nada, nada é sagrado, nada, nada é misterioso…

terça-feira, fevereiro 24, 2009

Vegetarianismo?

Sou completamente a favor de mosquitos, pernilongos e borrachudos vegetarianos.

quarta-feira, fevereiro 18, 2009

Nada, nada mais natural.

Sou uma pessoa muito estranha. Não estranha no sentido de ser esquisito, mas no sentido de não conhecer. Dificilmente me sinto à vontade em algum lugar com mais de três pessoas que não conheço muito bem ou não costumo conversar. Ultimamente isso vem acontecendo com freqüência, uma vez que nas festas da Biologia nem sempre estão as pessoas com quem eu me relaciono melhor.

Sinto-me estranho em quase todas as situações ali, um sentimento de não ser conhecido, apesar de estar ali todos os dias e já tê-los visto a todos em diversas oportunidades, inclusive já tendo conversado com a grande maioria deles pelo menos uma vez.

As pessoas são diferentes, mas todas têm algo em comum. Não sinto compartilhar esse algo em comum com quase ninguém. Não que isso seja ruim ou motivo de preocupação ou tristeza, mas é algo de que eu me dei conta há pouco.

Percebi isso ao rever velhos amigos, lá mesmo na USP. Como eu me sinto bem com essas companhias… há tempos eu não me sentia tão confortável ali. Acho que é tudo uma questão de interesses. Não divido os meus interesses com os que freqüentam o CA. Eles estão fechados em grupos – e não os culpo por isso, estão bem como estão. Mas não sou muito fã dali.

Amizade e coleguismo são cousas que não pensamos muito no dia-a-dia, mas de vez em quando nos deparamos com essa situação. Colegas, tenho milhões. Amigos, alguns. E é com essa última categoria que me sinto bem. Não é natural?

É, nada mais natural.

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Federico Aubele – En Cada Lugar

terça-feira, fevereiro 17, 2009

Mares nunca d’antes navegados…

Tenho sido apresentado a diversos novos ritmos nos últimos meses. Tive a grata oportunidade de escutar o gênero Trip-hop, cujo representante foi Portishead. Um som sensual, que tem a estranha capacidade de causar prazer sexual nos ouvidos. O vocal feminino e a levada lenta com o ritmo bastante marcado foram as características que mais me atraíram nessa banda.

O segundo som que conheci foi o Tango. Já vinha querendo escutar essa pérola argentina há muito tempo, só não sabia por onde começar. Fui, então, apresentado a Astor Piazzolla. Que som, que som! Agora só me resta derivar para outros artistas (talvez esteja na hora de escutar Gardel). É um som empolgante em Allegro, sem deixar de ser pesado emocionalmente em Andante ou Piano, não menos sensual que o Trip-hop, mas de forma diferente. É um tanto mais brutal e tem uma carga de tristeza que torna o som bem mais profundo. É um som multi-propósito, que vai bem tanto em momentos românticos quanto em momentos de fossa. Os argentinos sabem sofrer, e o sofrimento é, talvez, o sentimento mais ambíguo do nosso universo. A fossa dói, mas há um certo prazer em senti-la, e é exatamente no Tango que eu encontrei a parte prazerosa da fossa. É como se o sofrimento tivesse sido centrifugado em laboratório e a parte boa, aliviante e renovadora da fossa tivesse sido separada e isolada em sua forma mais pura. Dá pra curtir uma boa tristeza – daquelas mais poéticas – ouvindo Tango.

O terceiro é um som eletrônico derivado do próprio Tango, o que, por hereditariedade, atribui a ele tudo aquilo que falei no parágrafo acima. É um lounge argentino, a banda chama Gotan Project. Elementos de Tango se juntam a uma batida eletrônica em Andante, o que deixa a coisa com uma pitada maior de sensualidade. E o vocal em espanhol é uma das coisas que me atraem em músicas; soma-se a isso o fato de ser uma voz feminina, esse som conseguiu me conquistar à primeira escutada.

Nunca tinha escutado coisa parecida, e essas novidades borbulhantes me inspiram a continuar em meus projetos de música. Ultimamente venho tentando compor sozinho, no PC, alguns sons em estilo Lounge. Essas três gratas surpresas da música me deram diversas idéias. Quem sabe não vem coisa por aí que eu possa fazer upload e mostrar pra todo mundo?

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Gotan Project – Notas

domingo, fevereiro 15, 2009

O ano começa antes do carnaval…

As aulas começam amanhã, uma semana antes do Carnaval e duas antes do que eu achava que iam começar. Preciso agora, então, separar minhas frações de tempo para as atividades que quero desenvolver esse semestre.

Eu sempre tento fazer isso e quase nunca dá certo, é muito difícil manter uma rotina quando não se tem horário pra acordar. Digo, algo que me obrigue, não a minha força de vontade.

Mas vamo lá, mais um ano!

sexta-feira, fevereiro 13, 2009

terça-feira, fevereiro 03, 2009

Yesterday

All my troubles seemed so far away…

Why she had to go? I don’t know.

Love was such an easy game to play…

Now I long for yesterday.

Perdi o Radiohead…

Mas no Paul McCartney eu vou!

segunda-feira, fevereiro 02, 2009

O Brother Where Art Thou?

A great soundtrack for a great movie. Leave it playing and enjoy.

E o retorno do investimento no amor?

Passou esse verão, outros passarão, eu passo.

Não era a primeira vez que desentendimentos como esses aconteciam. As brigas vão e vem, como ondas sonoras de uma sinfonia perfeitamente afinada. Mas dessa vez a coisa estava um pouco mais feia do que normalmente.

- Não acredito que você fez isso comigo. Não esperava isso de você.
- Não fiz nada de errado, você é que fica aumentando as pequenas coisas, fica guardando, e depois explode dessa forma!
- Você pensa que eu não vi? Pensa que eu não sei o que você estava fazendo? Pensa que eu sou boba?
- Não é isso! Definitivamente, não é isso!

A afinação estava em tom menor, a tensão era perceptível até pelo cheiro. O cristal parecia quebrado e não era hora de perguntar se aquele tubo de super-bonder ainda estava na geladeira…

- Aquela cena toda da margarina light foi tudo armado, né? Eu devia saber.
- Que tudo armado??? Como você pode falar uma coisa dessas?? E como você vai colocar uma coisa que já aconteceu há tanto tempo nessa discussão?? Eu não fiz nada de errado!! Quantas vezes vou ter que falar??
- Pra mim, basta uma. Não acredito em você, mais. O que eu vi não lhe dá mais créditos. Vou pra casa da minha mãe! E já contei até três!

Não havia como voltar atrás no erro. Ele sabia que não tinha sido assim tão grave, mas como convencê-la de sua percepção divergente? As razões dos nossos sentimentos nunca serão elucidadas pelo simples fato de que cada sentimento tem uma razão própria. Não são reprodutíveis em laboratório, tampouco podem ser mitigadas por algum composto ou substância neuro-ativa. O sentimento ali era raiva. E ela foi pra casa da mãe com a promessa de não voltar.

- Já peguei o cartão do meu advogado, ele vai entrar em contato para o nosso divórcio!
- Divórcio? Você está louca?? Como você joga tudo fora por causa disso? Olha, você tá se precipitando, hein?
- Precipitando uma ova! O que você fez, cara, não tem volta. E não adianta dizer que não fez, eu vi!!
- Meu deus, como eu vou fazer você entender que eu não tive a intenção de te magoar??
- Não teve a intenção, mas conseguiu. Meus parabéns. Adeus, até o tribunal!

É verdade que as coisas não iam lá muito bem há tempos. Apesar da proximidade física, eles estavam muito distantes um do outro, alguns diriam que milhares de quilômetros. Toda a rotina, que permanece a mesma há anos, a escassez de momentos mágicos, a paixão que já dava sinais de que a brasa não estava mais com tanta força… Tudo conspirava a favor de um tropeço de quaisquer dos lados. E, infelizmente, para ele, foi do lado dele. O erro em si não importa, já que para discutí-lo teríamos que tomar partido. O que realmente importa é que ele aconteceu. E, por ser fato consumado, não há como negar ou disfarçar as conseqüências.

As coisas caminhavam para um melancólico fim. Toda a história do casamento, as viagens, os planos de aposentadoria, o filho que teimava em não vir… tudo isso estava a caminho do baú sem misericórdia das memórias longínquas. E seria isso justo? Talvez não haja conceito de justiça quando se trata do amor a longo prazo. O que há, de fato, é o conceito de investimento pessoal na própria felicidade. O que, como todo investimento, envolve riscos e envolve custos de oportunidade – aquele custo de abrir mão de algo em favor de outra coisa. E qual teria sido o tamanho do prejuízo dessa aplicação?

A equação é complicada. Não é fácil administrar esses ativos, são muito difíceis de dimensionar. O cálculo da depreciação é inconstante, ano cresce, ano diminui… O valor de mercado do amor é tão instável quanto o barril de petróleo. Qual teria sido o preço pago? E qual o atual valor de revenda? Há mercado para isso? Será que eu devo realizar agora o prejuízo ou esperar os papéis subirem de novo pra conseguir recuperar o investimento? Será que estão perdendo há tanto tempo assim e não acordaram antes?

Mas que visão mais chata do amor, essa! Na cabeça dos dois os cálculos matemáticos deixaram de fazer sentido. A razão, nesse ponto, passou a dar lugar à emoção, aos instintos, àquilo que a gente sente. E, ainda que com muitas dúvidas a respeito do futuro desse investimento, passaram a perceber que erros acontecem dos dois lados. Outras vezes o erro foi do lado feminino, dessa vez foi do lado masculino.

O erro tinha sido grave. Mas não necessariamente o erro dele. O mais grave erro foi o erro coletivo, aquele que cometeram ao esquecer o amor e substituí-lo por colas artificiais que surgiram dos desdobramentos do relacionamento. Família, amigos, programas, lugares… Tudo aquilo que cria expectativa sobre duas pessoas há tanto tempo juntas.

Ela não ligou para o advogado. Mas as coisas não voltariam a ser como antes.

- Voltei. Não posso ficar sem você.
- Fico aliviado, mesmo. Sei que errei, mas sei também que o erro não….
- Shh… não fale mais nisso. Estou de volta, ficou pra trás, tá no passado. Nova vida daqui pra frente, tá? Exagerei, mesmo.
- Me dá um abraço.

Não se pode dizer que é um final feliz. Tampouco que é trágico. Talvez por não ser um fim, mas sim um contínuo de duas vidas que nos últimos anos seguem caminhos entrelaçados. Muitos pontos de convergência causam também muitos pontos de divergência. Seguem assim suas vidas, de onda em onda, não sabendo onde irão chegar, nem por onde irão caminhar.

A valsinha tocando no som da sala ameniza os ânimos exaltados e traz à tona a lembrança de um passado que parecia ter um futuro melhor pela frente. Por que não abraçar de novo esse futuro?

O futuro é algo inventado, não é? Então vamos inventar o nosso e ver no que dá.

sábado, janeiro 31, 2009

Conclusões

Cheguei a algumas conclusões:

- Não sou fã de balada mesmo (e quando eu falo balada, é aquele lugar fechado com música alta, bebida cara e que você sai fedendo a cigarro. Bar ao ar livre é diferente e eu gosto);
- Não quero mais ser chamado por pseudônimos. Portanto, o mr.bin está oficialmente e definitivamente enterrado (ainda que em alguns lugares da internet eu ainda use como login). Usarei meu nome. Stat Roma pristina nomine, nomina nuda tenemus.
- O Windows Vista não é assim tão ruim, a não ser quando dá problema. No Linux é só usar o Google que a gente resolve. No Windows, não é tão fácil. As coisas são muito escondidas e ele não te dá dicas sobre a causa.
- Preciso visitar o oftalmologista. Faz já dois anos que não vou.
- Adoro a pizza paulistana.
- Período de férias é um tanto parado. Não que eu goste do estresse das aulas (principalmente neste próximo semestre, no qual terei Física), mas algo pra fazer é sempre bom. Ainda bem que estou no laboratório.
- Fazer parte de algo maior é muito bom. E sinto isso com a minha pesquisa.
- O melhor de ter banda é fazer shows.
E, por último e o que me deixa mais puto:
- Sou sempre o último a saber dos shows. Acabaram os ingressos pro Radiohead.

Tem outras, mas eu não lembro e posto depois. E, por acordar tarde, perdi o seminário com Toni Sensei.

quinta-feira, janeiro 29, 2009

Reforma ortográfica



Olha, não quero parecer retrógrado ou saudosista. Mas pra quem sempre usou os acentos de forma instintiva, essa mudança vai ser um tremendo problema. Vejam vocês meu caso: nunca fui bem na disciplina de Português na escola, mas de uma forma ou de outra acabei incorporando as regras. Talvez pelo tanto que eu li, talvez porque as aulas só vieram me fazer sentido depois de alguns anos, mas acabei por tê-las em meu vocabulário e eu não sei como vou fazer pra alterar.

Se uma pessoa conhece as regras do português e escreve corretamente por isso, ela vai saber se adaptar às novas regras. É só mudar a regra e tudo funciona, como se fosse uma planilha no excel na qual a gente só troca os valores e ela calcula tudo automático. Agora, no meu caso, vai ser um tanto trabalhoso: vou ter que reaprender do zero, pois na minha cabeça as regras não existem. As palavras são simplesmente como são.

Ainda bem que corretores ortográficos, seja do Word, seja do Open Office, estão aí pra isso: pra me corrigir quando eu cometer o grave erro de escrever "O contra-regra teve a brilhante idéia de comer lingüiça no vôo e ficou com enjôo."

quarta-feira, janeiro 28, 2009

Acidente em 2008

O condutor do veículo, José Weids, de 20 anos, é estudante de Direito e, conforme levantamentos da polícia, tinha apenas uma semana de habilitação. Ele teve uma das pernas e um dos pés amputados no local do acidente e ainda sofreu queimaduras de 3º grau. Os outros ocupantes do carro, Renan Figueiras, de 15 anos, e Leandro Rodrigues Gonçalves, 17, foram encaminhados em estado grave para a UTI de um hospital de Teresina, no Piauí.

Notícia completa

Rapaz, se minha mãe lê isso ela tem um treco. Como é esquisito ter nome comum, sempre tem notícia sobre algum homônimo na internet!

Bizarro!

Eu e o aikido em 2009

Perguntaram lá no dojo o que eu pretendo conseguir treinando aikido em 2009.

Confesso que essa é uma pergunta que nunca me fiz. E é muito bom esse estímulo, pois depois de 7 anos treinando (tá, ano sim, ano não), eu deveria conseguir pensar em um motivo pelo qual eu treino aikido e o que eu quero conseguir com ele esse ano.

Mas é uma questão bastante complicada.

Se, por um lado, me prendo bastante à filosofia de O-Sensei Morihei Ueshiba, por outro, tenho aspirações pessoais quando invisto minhas noites da semana em um treinamento dolorido e, às vezes, bem pesado.

Quero vencer a mim mesmo. Quero conhecer meus limites e saber como faço pra ampliá-los. Especificamente pra 2009, quero conhecer onde está minha força vital interior. Quero conhecer o conceito de Ki e saber invocá-lo nas horas mais difíceis. Pelo lado filosófico, de maneira resumida, é nesse sentido que vou guiar meus treinos em 2009.

Os anseios pessoais se entrelaçam com os anseios filosóficos. Conhecer gente legal, aprofundar amizades, conversar e crescer intelectualmente, conhecer coisas novas, mundos que eu ainda não sei que existem, idéias que eu nunca pensei que pudesse ter.

O aikido, pra mim, é mais que só uma arte marcial ou um exercício. É meu encontro comigo mesmo. É o tempo do dia que eu me dedico a mim, tanto fisicamente quanto espiritualmente.  É quando eu paro de me preocupar com o mundo, com o futuro, e só me preocupo com o hoje, agora, aqui.

Em ambos os campos, creio que minhas intenções com o aikido caminham no sentido do crescimento pessoal. Quero terminar 2009 com o sentimento de que o ano foi bom, foi produtivo e que eu cheguei a 2010 melhor. Com mais amigos, maior capacidade pra ouvir e debater idéias, e, porque não, com uma faixa marrom na cintura!

Sei que a faixa é o de menos. Mas é por ela que mostramos o que podem esperar de nós. E quero que, em 2010, todos esperem bem mais de mim do que esperam em 2009.

terça-feira, janeiro 27, 2009

Radiohead e Los Hermanos no Jockey

Puxa puxa, olha só que coisa legal que vai acontecer cá em São Paulo em Março! Um show com simplesmente as duas bandas que eu mais gostei na minha história recente! É verdade que fui muito mais a fundo no gosto por Los Hermanos do que por Radiohead, mas nada como um show desses pra relembrar velhos gostos e conhecer tudo aquilo que eu ainda não conhecia deles.

O único grande problema continua sendo o mesmo de diversos outros eventos culturais nessa cidade: a meia entrada da pista tá nada menos que R$ 100,00. Isso mesmo, cem reais. Pelo menos até onde eu consegui checar essa informação é isso mesmo. Isso dificulta – e muito – meus planos de rever os Los Hermanos (reunidos pra esse show) e ver pela primeira vez um show do Radiohead. Mas vou tentar, esperar chegar a fatura do cartão de crédito, comprar pra pagar em 40 dias, parcelar no banco, sei lá. Vou dar um jeito. Já perdi o show do Pearl Jam e não gostei. Perdi o show do Elton John e tive que me contentar com uma transmissão bizarra da Globo (só soube que o Multishow também transmitiu quando já era tarde).

Outro show que eu queria muito ir é o do Little Joy. Infelizmente, eles vão fazer três apresentações em uma casa pequena. Duas delas já estão com os ingressos esgotados e a terceira começa a vender amanhã. Não vou conseguir ir comprar, tanto porque só vende na própria casa, quanto pelo preço: R$ 60,00. É claro, bem mais barato – uma vez que a meia entrada fica R$ 30,00. Mas ainda assim é bem caro. De onde veio essa inflação tremenda nos shows? Será que as bandas estão tão na pindaíba assim por causa da queda nas vendas de CDs? Como pode um show custar duzentos reais pra pista?

Lembro do meu primeiro show: Skol Rock 99, com Vandals, Bad Religion e Offspring. Paguei, na época, R$ 30,00 pela pista. Não é um absurdo que hoje um show com uma só banda custe, pelo menos, R$ 200,00?

Reclamações mercadológicas à parte, vou tentar fazer um esforço pra ir nesse show (Los Hermanos e Radiohead). Fico uns dias sem comer, deixo de sair… por um show desses vale a pena.

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Radiohead - Lucky

domingo, janeiro 25, 2009

Windows Live Writer

Rapaz, esse programa é incrível.  Instalei junto com o Messenger 2009, sem muita expectativa, achando que seria mais um dos milhares softwares para edição de blog existentes por aí (todos muito semelhantes).

O Windows Live Writer me surpreendeu. Não me perguntou qual era o sistema do meu blog, simplesmente pediu o endereço e descobriu sozinho. Baixou o template do blog e eu escrevo com o mesmo fundo que vocês vêem aqui. Dá pra editar o título da postagem de uma maneira clara e simples. Dá pra colocar categorias da mesma forma, também. Tudo muito intuitivo.

Já tinha lido alguma coisa por aí que esse era o melhor software para edição de blogs já feito. Devo admitir que é realmente muito bom, pela primeira vez reconheço o trabalho dos engenheiros da Microsoft. E, já que estamos nessa de elogiar quem eu sempre critiquei, o Windows Vista é muito bonito. E o Windows Media Center é incrível.

Mas não tem jeito, sou um cara de pingüim. Sei que cedo ou tarde ele vai dominar aqui meu PC, mas por enquanto estou muito satisfeito com o Vista.

Venezia

IMGP2432

Sem dúvida a cidade mais incrível e surpreendente que eu já vi.

(Foto: Marina Galvanese)

domingo, janeiro 04, 2009

A nova contratação do Corinthians

 


Será que eles têm problemas de calvicie?

Ou a Fenisterida está causando outros efeitos colaterais?
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