sábado, maio 30, 2009

dos males, o menor.

O aprendizado nunca é nulo, muito embora não haja o que comemorar.

Mas, dos males, o menor.

sexta-feira, maio 29, 2009

Eucalipto: problema ou solução?

A produção de vídeos está aquecida ultimamente! Esse eu fiz para um trabalho da disciplina de Plantas e a Sociedade. É uma pena a câmera do celular não ser tão boa pra filmagens, mas pelo equipamento disponível ficou muito bom! O que acharam?

terça-feira, maio 26, 2009

Videocast 1!

Então, acabei de ver que o upload foi feito com sucesso!

Aí vai:

Quero críticas, sugestões e comentários!

No prelo: videocast

O videocast do blog Somnium está no prelo. Hoje à noite devo postá-lo aqui, depois de voltar da aula. No momento, estou fazendo o upload para o youtube. Se quiser saber antes, é só se inscrever no meu canal.

O programa será semanal e sairá sob o título Café da manhã com cultura. Vou falar sobre música, livros, cinema, teatro, futebol e o que mais for do meu universo cultural. Cada semana um tema diferente.

Nesse primeiro episódio falo do Budapeste. Leio um trecho do livro e analiso o filme baseado na cena correspondente ao trecho lido. Ainda é um piloto, mas espero conseguir mantê-lo regular. Creio que vou lançá-lo aos domingos.

Enfim, espero que gostem dessa minha nova investida! Quero críticas.

Tempo

O tempo cura tudo, a gente corre atrás.
O tempo é um dos nossos, nunca dá pra trás.
O tempo faz a gente não pensar só em nós.
O tempo vai fazer tudo ficar melhor.

O tempo que perdemos sem nos perdoar
O tempo que nos damos pode sufocar
O tempo sem pensar pode fazer doer
O tempo vai curar todo esse meu sofrer

Só o tempo pode dar a ti e a mim a verdade
Só o tempo pode nos trazer felicidade
Só o tempo pode acabar com toda a maldade

É o tempo que nos vai colocar frente a frente
É o tempo que vai fazer funcionar a mente
É o tempo que vai nos fazer sorrir novamente

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Sim, isso foi inspirado na música Sem Marcha Atrás, de Donna Maria. Pode, sim, pensar nesse soneto no mesmo andamento da música.

segunda-feira, maio 25, 2009

Bolada

Quanta pretensão...

Para Éder Luís, seu gol foi mais bonito que o marcado por Nilmar

Não, Éder. Sinceramente, o do Nilmar foi muito mais bonito.

Bolada

USP sitiada

nada como um tempo após o contratempo…

A realidade é constantemente distorcida.

Sempre tem jeito de as coisas parecerem piores do que realmente são. Analisando friamente, sempre temos como ver que nem sempre a coisa é tão grave.

E isso pode ser aplicado pra tudo. Está doendo o peito? Analise. Não é assim tão grave. Deu uma mancada? Não precisa fazer tempestade em copo d’água.

Ninguém é insubstituível. Nem eu, nem você, nem ninguém. Se você exclui alguém da sua vida, você está sujeito à mesma coisa quando algum ato seu for tomado como imperdoável por outra pessoa.

Tudo o que vai, volta.

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Sou da turma que perdoa tudo. Por isso, talvez, fique indignado quando eu mesmo não consigo um perdão. Acredito que as pessoas têm direito de errar – mesmo porque são humanas, não máquinas. Se estou bravo hoje, amanhã estou só ressentido e depois esqueço.

Não consigo ver um inimigo em quem eu já gostei.

Mas fiz algo feio e que merece castigo. Fiz aquilo que já tinham feito comigo algumas vezes e sei que foi duro de perdoar. Demorou, mas perdoei. A justiça tarda, mas não falha.

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O tempo cura tudo, perdoa tudo, apaga tudo, esconde tudo.

Tarde demais...



Sei que errei, errei inocente.

Continuo seguindo o povo no Twitter!

Graças ao Google Reader e à incrível tecnologia do RSS, continuo seguindo quem eu gosto no twitter.

Assim é melhor, vejo o que tá acontecendo sem precisar participar. Passo ileso.

Brincando de Facebook

RUY CASTRO
RIO DE JANEIRO - Há dias venho recebendo mensagens de pessoas convidando a que me registre em algo chamado Facebook para "me tornar amigo" delas. A maioria é de gente que não conheço, nem identifiquei pelo retratinho 3 x 4 que acompanha a mensagem. Como vivo desconfiado quanto às novidades da internet, temo que seja mais uma pegadinha para me plantar um vírus e arruinar o meu, com todo respeito, disco rígido.
Mas outras mensagens vêm de amigos próximos e ocasionais, antigos colegas de faculdade ou de jornal e até uma ex-namorada. Como não sabia que estava rompido com algum deles, não entendo por que, de repente, essa ânsia a que eu "me torne amigo" deles. E, no caso, para que me registrar no Facebook? Não basta pegar o telefone ou mandar um convencional e-mail reafirmando a amizade?
Não. Estudando melhor a proposta, descubro que, registrando-me no Facebook, posso "manter contato com amigos, partilhar fotos ou criar meu próprio perfil". Eba! Como pude viver até hoje sem essas facilidades? Até então, para "manter contato com amigos", eu tinha de descer do prédio, atravessar a rua e encontrar os ditos amigos na praia ou no botequim. O Facebook me livrará dessas práticas toscas.
Em outro parágrafo, o Facebook me convida a "criar uma conta pessoal". Mas adverte que, se eu "estiver aqui para representar uma banda, negócios ou produtos", devo primeiro "criar uma página do Facebook". Aí já não gostei. Não "estou aqui" para representar uma banda, seja o que isso signifique, e evito fazer negócios com amigos que acabei de adquirir no Facebook, mesmo que já sejam íntimos e de outros Carnavais.
Se entrar para o Facebook, prometo não representar bandas, nem fazer negócios ou oferecer produtos, e brincar todos os dias de partilhar fotos com meus amiguinhos.

Folha de S. Paulo - 25 de maio de 2009



voltando ao firefox...

sai TwitterFox, entra ScribeFire.

e o chrome tem uns bugs muito chatos aqui. não é mais meu navegador padrão.

lição de moral

nã.. eu não sou jesus cristo, eu perdôo quem erra, mas não gente sórdida.

O que fica disso?

Amigos de verdade perdoam.

Amigos de ocasião apedrejam.

Página virada, quem ficou pra trás ficou. Quem veio comigo, bola pra frente.

Budapeste

Hoje fui ver Budapeste.

Não sei o que, mas algo me incomodou nesse filme. Não fiquei completamente satisfeito. Talvez esperasse uma fotografia mais ousada, ou uma marca mais forte do diretor.

Talvez estivesse simplesmente esperando muito de um filme baseado em um livro tão bom. Acho que faltou fluência ao filme, fluência esta que Chico Buarque esbanja nas páginas de Budapeste.

Acho que os atores foram bem, mas a direção pecou em algo que eu ainda não descobri ao certo o que é. Preciso, talvez, reler o livro e rever o filme.

Apesar disso, simpatizei com o filme. As tomadas em Budapeste foram muito bem feitas – aliás, a cidade lembra muito Paris. O idioma Húngaro também teve bastante destaque, coisa que no livro não acontece. É interessante ouvir. A cena em que José Costa liga para o Brasil e fala diversas palavras em Português só para poder ouvi-las no eco do telefone fica muito mais intensa dessa forma.

A participação de Chico Buarque, se não é desnecessária, parece um golpe de marketing.

A tal da estátua do escritor desconhecido ficou tão forçada que parece que foi introduzida no filme depois, colada com durex.

E o final, apesar de banal e parecer preguiça do diretor de pensar em coisa melhor, tem lá sua validade.

Dou nota 3 em 5.

Alguém mais leu o livro e viu o filme? O que acharam? E os que não leram o livro e viram o filme?

minha opinião

twitter foi paixão de verão.

meu blog é amor eterno.

vocês, raros leitores, me conhecem a fundo e não acreditariam em qualquer fofoca.

minha personalidade e sua evolução estão impressas aqui.

e pronto.

obrigado, leitores!

resumo de 2 meses no twitter

Primeiro momento:


Aí depois veio o:


Então:


E a gota d'água:


E o final:


O Futuro?


Sabem onde me encontrar.

terça-feira, maio 19, 2009

A vida tem dessas coisas

Não podemos controlar a vida e isso é um fato.

Fato ainda maior é o que se deriva disso: tampouco podemos prevê-la.

Dessa forma, a montanha russa de sentimentos pode te levar da euforia à depressão em poucos segundos – tendo também a capacidade de fazer o caminho inverso.

A vida maltrata o coração, o faz de bobo e inventa armadilhas sentimentais que você nem sequer imagina. Cai feito um pato.

E quem consegue domar uma coisa dessas? Se os maiores artistas usaram isso tudo como inspiração para suas grandes obras, é um sinal de que tal domínio está fora das ambições de qualquer homem (ou mulher).

Pois se do sofrimento advém a arte, é da superação da dor que advém a maturidade.

Posso estar me tornando cada vez menos artista. Mas a maturidade que adquiro me torna cada vez mais Homem.

A vida tem dessas coisas. Nem sempre faz sentido – na maiorida das vezes, não.

Não há o que fazer. Só o que lamentar.

E as lágrimas lavam a dor que insiste em se instalar.

E como alguém disse certa vez…
“Sei que seu caminho amanhã será um caminho bom, mas não me leve”

sexta-feira, maio 15, 2009

Pra escrever na internet é preciso assumir uma personagem?

Fiz essa pergunta no twitter e ninguém soube apontar com precisão se é de fato necessário. Mas a motivação da questão vem da observação do meu próprio passado como blogueiro e escritor esporádico de contos e poesias.

Foi assumindo uma personagem que eu tive o auge do blog. Que eu mais escrevia por aqui, por ali e por acolá. Que eu tinha centenas de visitas diárias e eu tinha um caminho a seguir nos textos (ainda que de uma linha ou duas, cheios de erros de grafia e concordância).

A partir do momento em que esse blog se tornou meramente um diário, uma agenda, perdi a personagem e o interesse pelo que escrevo diminuiu. Não foi uma mudança brusca e pensada. Foi simplesmente o autor que foi crescendo, mudando, dando cada vez menos importância à popularidade na internet.

Mas mesmo nessas mudanças fiz escolhas por personagens. Ora eu era o que sofre por amor, ora eu era o apaixonado, ora eu era o revoltado. Sempre personagens. O que eu escrevo por aqui não é necessariamente o que eu sinto. Quer dizer, é, mas por aqui as coisas aparecem maiores ou menores do que realmente são.

Eu acredito que não dá pra escrever na internet sem ter uma personagem pra se guiar. Nem sempre é pensado, nem sempre é planejado. Ninguém é realmente sincero na internet.

Meus textos são autobiográficos. Mas não refletem ao pé da letra o que de fato ocorre. E os desfechos não são exatamente aquilo que na vida real acontece. É ficção, tudo ficção.

Assim como a vida, a internet é ficção. A internet é literária.

Eu nunca usei o blog de confessionário.

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E assim acaba o momento metalinguagem.

quarta-feira, maio 13, 2009

Allegro ma non troppo

Just keep living the life on Allegro ma non troppo way.
Just don’t push it. It will come the right time.
”let it out to let it in”

Is it in already? Dunno. I’m not even sure it’s out.

The time will come. The bills will be payed all right.

Just keep living the life on Allegro ma non troppo.

And that’s all I can say. Precisely all I can do.

quinta-feira, maio 07, 2009

Lixo no parque: Junk Food

Meu segundo vídeo editado: o trabalho final do curso Foto Vídeo Repórter da Natureza, na UMAPAZ.