quarta-feira, julho 21, 2010

Saga matinal com o carro emprestado

Hoje é meu rodízio. Quarta feira. Só lembrei quando estava quase no meio do caminho. Se passasse a ponte do Jaguaré, estaria frito. Aí, voltei pra pegar o carro do meu irmão, um Ford Ka com motor flex. Nessa, já me atrasei bastante. Mas, como desgraça pouca é bobagem, quando liguei o carro, vi que estava totalmente sem combustível. Parece que ele estava só esperando uma quarta-feira para que eu colocasse álcool no carro dele. Pois bem, passei no posto.

Como sempre, o frentista perguntou se eu queria que ele visse o motor. Abri a tampa do capô e ele foi olhar. Nessas, já estava a caminho do caixa pra pagar quando o frentista me fala “ta faltando gasolina no reservatório aqui da ignição... quer colocar?”. Já pensei “merda, isso ta me saindo mais caro do que eu esperava”, mandei colocar a tal gasolina no motor de ignição. Assim que coloquei o cartão na maquininha, lá vem ele de novo me mostrando o medidor de óleo: “ta seco, tem que colocar. Custa 28 reais o óleo pra esse carro”. Desgraça pouca é bobagem, né? Beleza, mandei pôr. Afinal, se o carro pifasse no trânsito por falta de óleo no motor, ia me sair muito mais do que 28 reais.

Estou tentando até agora falar com o meu irmão pra falar que gastei uma grana preta com o carro dele hoje e que eu espero o ressarcimento o quanto antes. Mas o bonitão ainda está em seu doce sono de férias.

Resumo da ópera: cheguei ao trabalho uma hora mais tarde do que devia, 50 reais mais pobre e ainda corro o risco de não ver mais a cor dessa grana. E eu pergunto: custa abrir o capô do seu próprio carro de vez em quando pra ver se tem óleo? Não precisa ver a cor, a quilometragem... só checa pra ver se tem.

Puta merda.

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